Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Varejo apoia jornada 5×2, defende modelo horista, diz Abras

Varejo apoia 5x2, mas defende horista para manter custos sob controle e ampliar a formalização, com impacto maior em pequenos e médios varejistas

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • O varejo alimentar apoia a jornada 5×2, mas defende um modelo horista para manter custos estáveis e a competitividade, principalmente para pequenas e médias empresas.
  • No modelo horista, o trabalhador é pago por hora, mantendo direitos previstos pela CLT, como férias e FGTS, com escalas ajustáveis à demanda.
  • A proposta é apresentada no Congresso por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição, já com cento e setenta e um apoiadores, mas ainda sem votação.
  • A Câmara deve instalar comissão sobre mudanças na escala de trabalho, com relatoria de Léo Prates; o presidente da Casa, Hugo Motta, pretende um texto que reduza a jornada sem reduzir salário.
  • A Abras alerta que, sem flexibilidade, a mudança pode elevar custos, especialmente para equipes enxutas, e aponta que o horista poderia ampliar a formalização de trabalhadores.

O varejo alimentar sustenta a adoção da jornada 5×2, mas defende a criação de um modelo de contratação por hora para manter custos estáveis e competitividade, principalmente entre pequenas e médias empresas.

Segundo o presidente da Abras, João Galassi, o 5×2 é viável operacionalmente, mas reduz a semana de trabalho de 44 para 40 horas sem flexibilidade pode pressionar custos.

A proposta defendida pela Abras é o modelo horista, em que o trabalhador é pago por hora, com direitos assegurados pela CLT, incluindo férias e FGTS.

Para Galassi, esse formato permitiria ajustar escalas conforme a demanda das lojas, reduzindo a necessidade de novas contratações e mantendo a flexibilidade.

A discussão ocorre no âmbito de uma PEC que já reuniu 171 assinaturas, e segue sem análise definitiva pelo Congresso.

Na Câmara, o presidente Hugo Motta informou a instalação de uma comissão especial para tratar da matéria, com Léo Prates como relator, visando um texto que reduza a jornada sem reduzir salários.

Apesar do avanço institucional, o setor alerta que a mudança sem modelo flexível pode impactar sobretudo pequenos e médios varejistas, com equipes enxutas.

Para Galassi, empresas com poucos funcionários enfrentariam o aumento de custos sem ajustes, enquanto grandes redes teriam mais margem para diluir despesas com horas extras.

O modelo horista também é visto como potencialmente formalizador, atraindo trabalhadores hoje informais, como motoristas de aplicativo e entregadores, o que ampliaria a formalização no setor.

Em resumo, o varejo defende 5×2 aliado a um regime horista, para equilibrar produtividade, custos e competição, especialmente entre negócios de menor porte.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais