- O Dow Jones fechou em queda de 0,57%, aos 48.861,68 pontos; o S&P 500 recuou 0,04%, aos 7.136,12 pontos; e o Nasdaq subiu 0,04%, aos 24.673,24 pontos.
- As bolsas evitaram direção única, reagindo à disparada de mais de 6% no preço do petróleo.
- O Fed manteve a taxa de juros entre 3,50% e 3,75% pela terceira vez consecutiva, com o maior dissenso desde 1992 em relação ao viés de flexibilização.
- Powell informou que continuará como membro do conselho do Fed após o fim do mandato, mantendo um perfil mais discreto.
- No Oriente Médio, Trump afirmou que os EUA manterão o bloqueio naval contra o Irã; o Brent encerrou em patamar próximo a US$ 120 após o fechamento.
O Dow Jones fechou em queda de 0,57%, a 48.861,68 pontos, o S&P 500 recuou 0,04%, a 7.136,12 pontos, e o Nasdaq valorizou 0,04%, a 24.673,24 pontos. O movimento foi influenciado pela alta de mais de 6% do petróleo e pela decisão do Fed, que manteve a taxa entre 3,50% e 3,75%.
Os investidores acompanharam o tom conservador da decisão de política monetária do Fed e as declarações de Jerome Powell, que manteve o foco na prudência. Dados recentes sugerem orientação neutra, sem sinal claro de novos cortes de juros no curto prazo.
A sessão também destacou expectativa com balanços das giants Amazon, Alphabet, Meta e Microsoft, que serão apresentados após o fechamento, mantendo o mercado atento a impactos sobre o cenário de tecnologia e consumo.
Fed e expectativas do mercado
O Fed manteve a taxa inalterada pela terceira vez consecutiva, com um voto dissidente. A comunicação mostrou maior neutralidade na política, sem acelerar cortes imediatos, conforme analistas.
Powell informou que continuará como participante do conselho do Fed após o término do mandato como presidente, sem definir prazo, citando questões legais que envolvem a instituição.
Petróleo e geopolítica
Sobre o petróleo, a disparada das cotações refletiu preocupação geopolítica, com o Brent chegando a tocar US$ 120 no pregão após o fechamento à vista. Donald Trump afirmou que os EUA manterão o bloqueio naval ao Irã, influenciando o mercado.
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