- Em março, o Brasil criou 228.208 vagas formais de trabalho, com 2,5 milhões de admissões e 2,3 milhões de desligamentos.
- O saldo de março de 2026 foi 185,3% maior que o mesmo mês de 2025.
- Apenas o setor agropecuário teve saldo negativo (-18.096). Serviços (+152.391), construção (+38.316), indústria (+28.336) e comércio (+27.267) tiveram resultados positivos.
- O salário médio real de admissão em março foi de R$ 2.350,83, com queda de R$ 17,50 frente a fevereiro e alta de R$ 41,80 ante março de 2025.
- No primeiro trimestre, o saldo de vagas foi positivo, com 613.373 postos criados no acumulado do ano e 24 unidades da federação registrando saldo positivo.
O Brasil registrou 228.208 vagas formais em março, segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado nesta quarta-feira (29). O mês registrou 2,5 milhões de admissões e 2,3 milhões de desligamentos, resultando em saldo positivo de empregos. Comparado a março de 2025, o crescimento foi de 185,3%.
O setor agropecuário foi o único com saldo negativo no mês, registrando -18.096 vagas. Em contrapartida, serviços abriu +152.391, construção +38.316, indústria +28.336 e comércio +27.267 empregos formais. O desempenho do mês contribuiu para o saldo positivo no primeiro trimestre.
No acumulado de 2026, o saldo de vagas é positivo, com 613.373 postos de trabalho criados. Entre as unidades da federação, 24 tiveram saldo positivo, destaque para São Paulo (67.876), Minas Gerais (38.845) e Rio de Janeiro (23.914). Alagoas registrou o maior recuo entre as regiões, com -5.243 vagas, seguido por Mato Grosso (-1.716) e Sergipe (-338).
Salário médio
O salário médio real de admissão em março ficou em R$ 2.350,83, queda de R$ 17,50 ante fevereiro, que ficou em R$ 2.368,33. Em relação a março de 2025, houve alta de R$ 41,80, já descontadas variações sazonais.
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