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Empresas dos EUA obrigam funcionários a guardar celulares em bolsas lacradas

Empresas nos EUA obrigam funcionários a guardar celulares em bolsas lacradas para reduzir distrações e evitar vazamento de informações, com impacto variando conforme a tarefa

Bolsa da Yondr passou a ser usada para "trancar" celulares e impedir o seu uso durante aulas nos EUA
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  • Empresas nos EUA começaram a exigir que funcionários guardem celulares em bolsas lacradas na mesa para reduzir distrações e evitar vazamento de informações sensíveis; a ID.me implementou a prática há cerca de três anos para cerca de 290 funcionários, com desbloqueio por estação magnética.
  • As bolsas ficam próximas aos trabalhadores para que haja alerta de ligações ou notificações, e a empresa permite uso durante intervalos. A medida visa proteger dados de clientes.
  • Pesquisadores dizem que o impacto na produtividade varia conforme o tipo de tarefa: pode aumentar em atividades simples, mas os efeitos são diferentes em tarefas que exigem conhecimento e criatividade.
  • A ideia de restringir celulares é discutida em outros contextos, como escolas e ambientes de trabalho, com relatos de resistência inicial e eventual melhoria na dinâmica de equipe.
  • Executivos da ID.me afirmam que houve resistência inicial entre funcionários, mas isso diminuiu com o tempo; a empresa recomenda comunicação clara sobre o motivo da medida ao considerar a adoção.

Empresas americanas passaram a exigir que funcionários guardem celulares em bolsas lacradas durante o horário de trabalho, uma prática adotada pela ID.me, empresa de verificação de identidade digital. A medida, implementada há três anos, busca reduzir distrações e evitar vazamento de informações sensíveis. Cerca de 290 trabalhadores são impactados. As bolsas podem ser desbloqueadas ao tocar uma estação magnética, mantendo os aparelhos próximos para emergências e notificações.

A política também permite o uso do celular durante os intervalos, diferentemente de armários fixos. A funcionária Kamilah Muiruri relata que a medida ajudou a reduzir pausas para checar o telefone e melhorou a convivência entre colegas, fortalecendo o espírito de equipe. A percepção de Muiruri é de que o ambiente ficou mais focado e colaborativo.

Efeitos na produtividade e divergências de especialistas

Pesquisadores destacam que o impacto da proibição varia conforme a tarefa. Em atividades simples, há potencial de ganho de desempenho, enquanto tarefas que exigem criatividade podem não apresentar melhoria significativa. Economistas ressaltam que o efeito depende do contexto organizacional e da forma como a medida é comunicada aos trabalhadores.

Estudos de caso apontam que ambientes com necessidade de confidencialidade para dados de clientes ou propriedade intelectual costumam adotar políticas similares. Em alguns casos, a mudança é acompanhada de resistência inicial entre funcionários, que interpretam a medida como falta de confiança da gestão. Com o tempo, a adesão tende a aumentar.

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