- Diogo Guillen, ex-diretor do Banco Central, assume como economista-chefe do Itaú a partir de 1º de julho, após cumprir quarentena.
- Guillen é formado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC‑Rio) e tem doutorado pela Universidade de Princeton.
- Ele atuou como diretor de Política Econômica do Banco Central entre 2022 e 2025 e já integrou a área econômica do Itaú entre 2015 e 2021.
- Quem deixa o posto é Mário Mesquita, economista-chefe do Itaú desde julho de 2016, que sairá ao fim de abril.
Diogo Guillen assumirá o papel de economista-chefe do Itaú a partir de 1º de julho, após cumprir quarentena. O anúncio oficial confirma a chegada do profissional ao banco.
Guillen é economista formado pela PUC-Rio, com doutorado pela Universidade de Princeton. Entre 2022 e 2025 atuou como diretor de Política Econômica do Banco Central.
Antes de retornar ao Itaú, ele integrava a área econômica da gestora Itaú, onde trabalhou de 2015 a 2021. O nome foi escolhido para suceder Mário Mesquita.
Mesquita deixa o cargo de economista-chefe do Itaú ao fim de abril, após ocupar a função desde julho de 2016. Guillen assume a posição com a expectativa de continuidade de estratégias já implementadas.
Mudança na liderança
A transição ocorre no momento em que o Itaú busca manter consistência na leitura macroeconômica e nas projeções para o mercado. Guillen levará ao banco experiência em política econômica e gestão de equipes.
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