- O Ibovespa caiu 2,05%, para 184.750 pontos, em sexto pregão seguido de quedas, pressionado pela aversão ao risco devido ao aumento das tensões no Oriente Médio e à alta do petróleo.
- O dólar avançou 0,4%, chegando a R$ 5,00.
- O Federal Reserve manteve a taxa básica sem mudança, mas teve o maior número de votos dissidentes desde 1992, sinalizando desacordo sobre a condução da política monetária.
- O Brent subiu mais de 9% e passou de US$ 120 por barril, impulsionando as ações da Petrobras, que subiram 3,03%.
- As maiores perdas ficaram com a Vale, que caiu 5,87%, e as units do Santander Brasil, que recuaram 2,65% após resultados abaixo das expectativas.
O Ibovespa fechou em queda nesta quarta-feira, com reflexo do agravamento das tensões no Oriente Médio e da disparada do petróleo. A decisão do Federal Reserve sobre juros também ajudou a acentuar a aversão ao risco.
O índice encerrou em baixa de 2,05%, aos 184.750 pontos, formando o sexto pregão seguido de perdas. O dólar subiu 0,4%, chegando a patamar próximo de 5 reais.
O Brent superou a casa de 120 dólares por barril, com alta superior a 9%. A elevação do petróleo favoreceu as ações da Petrobras, que caíram 3,03% após altas, mas não sustentaram o índice.
Desempenho de ações e impactos setoriais
Entre as maiores perdas, a Vale recuou 5,87%, pressionada por resultados do primeiro trimestre abaixo das expectativas. As units do Santander caíram 2,65% após balanço abaixo do esperado.
Estatísticas do Fed mostraram a maior proporção de votos dissidentes desde 1992, sinalizando divergências sobre a política monetária.
A leitura de mercado aponta que a precificação do petróleo alto contribuiu para a aversão ao risco e para ajustes nas expectativas de juros.
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