- O lucro líquido do 1º trimestre de 2026 foi de US$ 1,893 bilhão, alta de 36% em relação ao 1º trimestre de 2025; houve reversão de prejuízo no quarto trimestre de 2025, que foi de US$ 3,844 bilhões.
- O EBITDA ajustado ficou perto de US$ 3,9 bilhões, alta de 23% na comparação anual; o EBITDA pro forma foi de US$ 3,895 bilhões, +21% a/a, mas -19% em relação ao trimestre anterior.
- A receita líquida somou US$ 9,26 bilhões, +14% na comparação anual, com queda de 16% frente ao trimestre anterior.
- Volume e preço do minério ajudaram o resultado: vendas de minério de ferro subiram 3,9% para 68,7 milhões de toneladas, e o preço médio realizado subiu 5,5%; o custo caixa C1 ficou em US$ 23,6 por tonelada, +12% a/a, impactado pela valorização do real frente ao dólar.
- Os investimentos somaram US$ 1,09 bilhão no trimestre, -7% a/a; projetos de crescimento totalizaram US$ 182 milhões, -42%, com Serra Sul +20 em 86% de progresso e S11D registrando recordes de produção.
A Vale encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido de US$ 1,893 bilhão, alta de 36% ante o mesmo período de 2025. O resultado marca a reversão do prejuízo registrado no quarto trimestre de 2025, que ficou em US$ 3,844 bilhões.
O EBITDA ajustado ficou próximo de US$ 3,9 bilhões no trimestre, com alta anual de 23%. O EBITDA proforma foi de US$ 3,895 bilhões, elevação de 21% em 12 meses, mas queda de 19% em relação ao trimestre anterior.
A receita líquida somou US$ 9,26 bilhões, expansão de 14% na comparação anual, porém recuo de 16% em relação ao trimestre anterior. O volume de minério de ferro vendido atingiu 68,7 milhões de toneladas, alta de 3,9% com relação ao mesmo período de 2025, acompanhado de aumento de 5,5% no preço médio realizado.
Os custos apresentaram alta, com o custo caixa C1 do minério de ferro a US$ 23,6 por tonelada, incremento de 12% em um ano, impactado pela valorização do real frente ao dólar. A produção foi beneficiada pelo desempenho de ativos, incluindo recordes em diversos empreendimentos.
O CEO Gustavo Pimenta destacou a execução disciplinada e a geração de recordes de produção. O executivo afirmou que 2026 começou de forma sólida, refletindo melhoria operacional e desenvolvimento de projetos estratégicos no portfólio. O comunicado também ressaltou o desempenho no Pará.
No primeiro trimestre, o Complexo S11D Eliezer Batista, em Canaã dos Carajás (PA), registrou a maior produção de minério de ferro para um primeiro trimestre. A Vale enfatizou que houve recordes em múltiplos ativos, evidenciando a força operacional da empresa.
Os investimentos somaram US$ 1,09 bilhão no trimestre, queda de 7% frente ao mesmo período de 2025. O montante ficou alinhado ao guidance anual de US$ 5,4–5,7 bilhões para 2026.
Projetos de crescimento somaram US$ 182 milhões, recuando 42% em relação ao ano anterior. A Vale atribuiu a queda a menores desembolsos em Soluções de Minério de Ferro, com o ramp-up do projeto Capanema e o estágio avançado do Serra Sul +20.
O Serra Sul +20 atingiu 86% de progresso físico, conforme a mineradora. Em março, houve início de testes de carga do transportador de correia, enquanto o britador de compactos está 91% concluído, com obras civis finalizadas. O start-up está previsto para o segundo semestre de 2026.
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