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Motiva registra lucro ajustado de R$ 627 milhões no 1º trimestre

Motiva registra lucro líquido ajustado de R$ 627 milhões no 1º trimestre, impulsionado pela otimização de portfólio e novos projetos, mesmo com receita aquém das expectativas

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  • A Motiva registrou lucro líquido ajustado de 627 milhões de reais no primeiro trimestre, alta de 16,3% ante o mesmo período de 2024.
  • O EBITDA ajustado somou 2,24 bilhões de reais, expansão de 9,3% e margem de 67,3%.
  • A empresa atribui a melhora ao otimizar o portfólio de ativos, com entrada de novos projetos, incluindo rodovias em São Paulo e no Paraná, e repactuação da BR-163, no Mato Grosso do Sul.
  • A receita líquida foi de 3,33 bilhões de reais, aumento de 5,7% frente ao 1T24; analistas esperavam 4,18 bilhões, segundo a LSEG.
  • A alavancagem ficou em 3,6 vezes; o investimento (capex) foi de 1,47 bilhão de reais no trimestre, alta de 21,7%.

No primeiro trimestre, a Motiva registrou lucro líquido ajustado de R$ 627 milhões. O resultado representa alta de 16,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo divulgação da empresa nesta quarta-feira (29).

O desempenho operacional ficou marcado pela alta do Ebitda ajustado, que somou R$ 2,24 bilhões no período, elevação de 9,3% ante o 1T24. A margem EBITDA avançou 2,2 pontos percentuais, para 67,3%.

A Motiva destacou que a melhoria ocorreu com o processo de otimização de portfólio de ativos nos últimos meses, incluindo a entrada de novos projetos. Entre eles, estão rodovias em São Paulo e no Paraná, além da repactuação do contrato da BR-163, no Mato Grosso do Sul.

Área de receita e impacto de operações

A receita líquida calculada ficou em R$ 3,33 bilhões, alta de 5,7% ante o 1T24. A leitura de analistas, pela LSEG, apontou expectativa de R$ 4,18 bilhões para o trimestre, que não foi atingida.

A Motiva informou que os números de receita e EBITDA não consideram a operação de aeroportos, vendida para a mexicana Asur em novembro passado. A venda impacta comparativos do grupo.

Endividamento e investimentos

Ao fim do trimestre, a alavancagem financeira ficou em 3,6 vezes, estável frente ao fechamento de 2023 e ao 1T2025, conforme divulgado. Já o capex somou R$ 1,47 bilhão no período, com alta de 21,7% em relação ao ano anterior.

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