- A Opep+ deve aprovar novo aumento nas metas de produção de petróleo na reunião de domingo, segundo fontes, reduzindo o tamanho do incremento por causa da saída dos Emirados Árabes Unidos do grupo.
- A saída dos Emirados, anunciada na terça, entra em vigor a partir de 1º de maio, o que reduz a participação do país no total de produção considerado pelo grupo.
- A guerra no Oriente Médio e o bloqueio do Estreito de Ormuz limitam a oferta real, dificultando o atendimento de aumentos planejados.
- Antes da surpresa da saída, previa‑se um aumento de cerca de 206 mil barris por dia em junho, repetindo os acréscimos de abril e maio.
- As fontes indicam que o aumento deverá permanecer próximo de 206 mil barris por dia, mas sem incluir a participação dos Emirados Árabes Unidos.
Sete membros da Opep+ devem aprovar novo aumento nas metas de produção de petróleo na reunião de domingo, conforme fontes próximas ao tema. O ajuste seria menor para considerar a saída dos Emirados Árabes Unidos do grupo.
Antes, a expectativa era de aumento de 206 mil barris por dia em junho, repetindo o ritmo de abril e maio. Com a saída dos Emirados Árabes Unidos, o incremento pode ficar próximo de 206 mil bpd, menos 18 mil bpd atribuídos ao país.
No entanto, pouco da produção adicional pode ocorrer na prática devido ao fechamento efetivo do Estreito de Ormuz. A rota estratégica permanece sob influência de tensões na região, limitando a capacidade de oferta global.
Contexto e perspectivas
A saída dos Emirados Árabicos Unidos do cartel foi anunciada na terça-feira, com efeito a partir de 1º de maio. O grupo não confirmou a decisão ou o tamanho exato do ajuste até a conclusão da reunião.
A Opep não respondeu imediatamente a pedidos de comentário. Analistas destacam que, mesmo com acordo, fatores geopolíticos podem restringir o aumento efetivo da produção nas próximas semanas.
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