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Ações globais estáveis; alívio nas big techs e Brent atinge 4 anos

Mercados globais operam estáveis após balanços das big techs; Brent atinge máxima em quatro anos, mantendo investidores cautelosos

Ações globais nesta quinta-feira (30) de abril de 2026
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  • Ações globais operam estáveis, com resultados positivos das big techs aliviando preocupações com inflação e Brent atingindo máximo de quatro anos.
  • Alphabet subiu mais de 7% no pré-mercado, Amazon avançou; Microsoft caiu por desempenho abaixo do esperado na nuvem; Meta recuou devido a gastos.
  • Brent chegou a superar US$ 126 por barril, atingindo o maior nível intradiário em quatro anos, antes de recuar.
  • Investidores aguardam sinais sobre o H2, com o Federal Reserve indicando manutenção de juros e cenário de maior volatilidade.
  • Outros destaques: Banco do Brasil eleva limite de capital para R$ 150 bilhões; Puma nomeia Mark Langer como novo diretor financeiro; Unilever Brasil registrou alta de 3,8% no primeiro trimestre.

As ações globais operam estáveis nesta quinta-feira, com impulso vindo dos resultados das big techs. A alta do petróleo Brent, no entanto, manteve os investidores cautelosos frente a possíveis impactos na inflação. O Brent atingiu o maior nível intradiário em quatro anos, acima de US$ 126 por barril.

Entre as grandes empresas, o Nasdaq 100 abriu em leve alta, com foco nos resultados do grupo conhecido como Magnificent Seven. Alphabet ficou acima de 7% no pré-mercado ao superar expectativas, e a Amazon também avançou. Microsoft caiu, por observar menor crescimento na nuvem, enquanto Meta recuou ante custos maiores.

O petróleo seguiu as oscilações, após dados que indicam demanda ainda volátil. A leitura de mercado aponta que a passagem de preços elevados pode pressionar o consumo nos EUA, caso o petróleo se aproxime de US$ 150 por barril, o que exigiria cuidadosa comunicação entre política energética e economia.

Desempenho corporativo e cenários regionais

Nessa semana, investidores digerem resultados fortes de tecnologia, balanços de bancos e sinais de política monetária. No Japão, o iene avançou frente ao dólar ante rumores de medidas cambiais mais fortes. Nos EUA, Treasuries estabilizaram após respostas a recentes altas de petróleo e decisões do Federal Reserve.

Entre destaques regionais, o Banco do Brasil elevou o limite de capital para R$ 150 bilhões, por medida preventiva frente à inadimplência no crédito agrícola. A instituição não planeja captação imediata de recursos. A Puma nomeou Mark Langer como novo diretor financeiro, com atuação a partir de 1º de maio, enquanto a Unilever Brasil registrou crescimento de 3,8% no 1º trimestre, impulsionado por mercados emergentes.

As notas de divulgação apontam recuperação de marcas com foco em setores de beleza, bem-estar e esportes. O cenário global permanece sensível a tensões no Oriente Médio, a dados de resultados corporativos e a variações cambiais, mantendo a volatilidade de curto prazo.

— Reportagem baseada em informações da Bloomberg News.

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