- Barbieri apresenta uma atuação alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, estruturada em quatro etapas para incorporar os ODS à estratégia de negócio.
- Primeiro, há o alinhamento interno: é preciso engajar as decisões da empresa e mostrar que estratégias de triplo impacto (econômico, social e ambiental) geram resultados concretos, como atração de investimentos e retenção de talentos.
- Em seguida, ocorre o mapeamento de impactos na cadeia de valor para identificar onde a empresa gera efeitos positivos e onde há impactos negativos, definindo prioridades.
- Depois, verifica-se a correspondência com os 17 ODS, usando o marco global de indicadores da ONU para orientar comunicação e comparação entre ações.
- Por fim, estrutura-se o projeto com linha de base, metas mensuráveis, indicadores de acompanhamento e meios de verificação, envolvendo diferentes áreas para viabilidade e evolução ao longo do tempo.
- As quatro etapas funcionam como referência flexível, reconhecendo que cada empresa tem contextos distintos e que a Agenda 2030 oferece um quadro para integrar sustentabilidade e estratégia de negócio.
A Barbieri apresenta uma estrutura de atuação alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, com foco em incorporar esses objetivos à estratégia de negócio. O material descreve quatro etapas que guiam o setor privado a ir além de iniciativas pontuais de sustentabilidade.
Segundo a empresa, o processo começa com um mapeamento interno para identificar onde a organização pode gerar impactos positivos e negativos ao longo da cadeia de valor. A leitura dos impactos serve de base para definir prioridades e ações com maior potencial de transformação.
A atuação passa por estruturar a integração da estratégia empresarial aos ODS, observando o alinhamento de recursos, governança e metas. O objetivo é tornar a comunicação sobre o tema clara e comparável para parceiros e sociedade.
Etapas para incorporar os ODS à estratégia
O primeiro passo é interno: criar adesão entre as decisões da empresa, demonstrando que ações de triplo impacto podem abrir mercados, atrair investidores e fortalecer vínculos com governos. Sem esse alinhamento, iniciativas tendem a ficar isoladas.
Mapeamento de impactos
A segunda etapa envolve analisar a cadeia de valor para identificar pontos de atuação, tanto positivos como negativos. Líderes de áreas, fornecedores e parceiros devem participar, definindo prioridades com base em disponibilidade de recursos e potencial competitivo.
Correspondência com os 17 ODS
Com as prioridades definidas, verifica-se quais ODS se alinham às atividades da empresa. A ONU disponibiliza um marco de indicadores para orientar a análise. A leitura dos ODS facilita comunicação externa e dialogo com parceiros.
Estruturação do projeto
A última etapa projeta um plano com linha de base, metas mensuráveis, indicadores e meios de verificação. A participação de várias áreas aumenta o engajamento e a viabilidade ao longo do tempo, segundo a Barbieri. A credibilidade do reporte depende desses elementos.
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