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Coca-Cola reduzirá embalagens após queda de consumo nos EUA, diz CEO

Coca‑Cola aposta em embalagens menores, incluindo 1,25 litro, para equilibrar custos com renda disponível em queda nos EUA

Garrafas de Coca-Cola
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  • Coca-Cola planeja encolher embalagens nos EUA e trabalhar com 1,25 litro como ponto de equilíbrio para o consumo doméstico, segundo o novo CEO, Henrique Braun.
  • A estratégia inclui expansão de embalagens menores, mini-latas e multipacks, além de oferecer 1,25 litro como opção de entrada.
  • A medida ocorre diante da queda na renda disponível e de confiança do consumidor, com o índice da Universidade de Michigan atingindo nível histórico baixo.
  • No primeiro trimestre, a empresa registrou lucro acima do esperado e crescimento de 12% nas vendas, impulsionando o desempenho operacional.
  • A Coca-Cola aposta na premiumização para aumentar o valor agregado, mantendo opções acessíveis, e registra desempenho positivo na América do Norte, com alta de 4% no volume de vendas.

A Coca-Cola planeja reduzir o tamanho de suas embalagens nos Estados Unidos após a queda no consumo, segundo o novo CEO, Henrique Braun. A estratégia visa tornar os produtos mais acessíveis dentro do orçamento diário dos consumidores. A iniciativa foi anunciada em entrevista ao Wall Street Journal.

Braun ressaltou a aposta em um volume específico para enfrentar o cenário atual: 1,25 litro. Esse tamanho seria um ponto de equilíbrio para quem precisa ajustar gastos, abrangendo refrigerantes e outras bebidas da empresa.

A medida envolve ampliar embalagens menores e multipacks, além de introduzir a garrafa de 1,25 litro como opção de entrada para consumo doméstico. A estratégia busca manter opções acessíveis e manter a premiumização.

Contexto de demanda e confiança do consumidor

A mudança ocorre diante da renda disponível reduzida dos consumidores norte-americanos. O índice de confiança da Universidade de Michigan atingiu o menor nível da série histórica, segundo dados recentes.

Apesar do cenário adverso, a Coca-Cola reportou lucro acima do esperado e crescimento de 12% nas vendas no primeiro trimestre, fortalecendo o desempenho operacional da companhia. Braún enfatizou o foco em valor agregado e opções acessíveis.

Parcerias comerciais e atuação no mercado

Na América do Norte, o volume de vendas da empresa cresceu 4% com a combinação de categorias de bebidas. Sobre o relacionamento com o McDonald’s, Braun destacou a expansão do portfólio de bebidas, incluindo opções artesanais e energéticos.

A liderança manteve a avaliação de que a colaboração entre Coca-Cola e McDonald’s permanece sólida, com participação ativa da Coca-Cola no desenvolvimento de novos produtos.

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