- A bandeira amarela entra em vigor em 1º de maio, com acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 quilowatts-hora consumidos.
- A alta se deve à baixa nos reservatórios e à necessidade de acionar usinas termelétricas, o que eleva o custo de geração.
- A conta de luz deverá ficar mais cara para os consumidores a partir deste mês.
- O advogado Marcelo Rodrigues Xavier comenta que o aumento agrava a situação de quem já tinha dificuldade para pagar a fatura.
- Especialistas sugerem economia de energia, como reduzir banho e usar com planejamento eletrodomésticos como ferro de passar e máquina de lavar.
A partir de 1º de maio, a bandeira amarela passa a vigorar, elevando a cobrança na conta de luz em 1,88 por cada 100 kWh consumidos. O aumento afeta clientes que estão em áreas atendidas pelo sistema elétrico brasileiro. A medida entra em vigor neste mês.
A explicação oficial aponta baixa nos reservatórios devido à falta de chuvas, o que reduz a geração hidrelétrica. Para assegurar o abastecimento, o país recorre às usinas termelétricas, que têm custo maior e impactam as tarifas.
O uso de energia mais cara é atribuído à necessidade de manter o fornecimento estável. A alta é sentida por consumidores em diferentes classes, principalmente em residências com alto consumo diário.
Impactos na Conta de Luz
Especialistas recomendam economia no consumo para mitigar o efeito. Evitar banhos longos no chuveiro e reduzir o uso de eletrodomésticos de grande potência podem ajudar a reduzir a tarifa mensal. A medida reforça a importância da gestão de energia doméstica.
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