- Em 2013, Ashley M. Fox deixou Wall Street para fundar a Empify, abrindo mão de uma carreira com clientes de alta renda.
- Sem o fluxo de caixa do mercado financeiro, perdeu cerca de US$ 30 mil, foi despejada e voltou a morar com os pais.
- Ao mudar do apartamento em Manhattan para o sofá da casa dos pais na Filadélfia, ela reconstruiu o negócio e refinou uma metodologia que hoje gerencia mais de US$ 12 milhões em investimentos pela plataforma.
- A virada ocorreu em 2017, quando a Empify deixou de ser consultoria individual para se tornar infraestrutura educacional para sistemas escolares.
- Os treinamentos ajudam os membros a “ensaiar” riqueza — por meio de experiências com bens de alto padrão — para superar barreiras psicológicas à prosperidade.
Ashley M. Fox, hoje com 36 anos, exemplifica a ideia de que o fracasso pode abrir caminho para o sucesso. Em 2013, deixou Wall Street, onde atendia clientes de alta renda, para fundar a Empify.
Sem o fluxo de caixa típico do mercado financeiro, Fox enfrentou custos ocultos de uma startup. Suas economias de US$ 30 mil evaporaram, levando a um despejo e ao retorno para a casa dos pais.
Ela transformou o revés em laboratório prático. Ao sair de um apartamento em Manhattan e ir morar no sofá da casa dos pais na Filadélfia, reconstruuiu o negócio e refinou a metodologia da empresa.
Hoje, a Empify atua como plataforma de infraestrutura educacional para desenvolver bem-estar financeiro. A iniciativa permite que seus membros gerenciem mais de US$ 12 milhões em investimentos.
Mudança de modelo e foco educacional
Em 2017, a empresa migrou de consultoria individual para um modelo voltado à educação financeira para sistemas escolares. Fox identificou uma lacuna: bem-estar financeiro é pouco ensinado para quem não nasceu com privilégios.
O método proposto pela fundadora aplica conceitos usados por pessoas com grande patrimônio à realidade de clientes comuns. O resultado é uma proposta de reaprendizagem de vida que associa identidade ao sucesso financeiro.
Os treinamentos da Empify incentivam a vivência de riqueza como forma de superar barreiras psicológicas, por meio de exercícios que simulam pertença a ambientes de alto poder aquisitivo.
Entre na conversa da comunidade