- A assembleia geral extraordinária da Oncoclínicas realizada na manhã de 30 de maio não ampliou a maioria do conselho para a Mak Capital, que buscava mudança para viabilizar uma linha de crédito entre R$ 100 milhões e R$ 150 milhões.
- O Lumen Fundo de Investimento Financeiro Multimercado Crédito, administrado pela Exa Capital, conseguiu indicar três novos conselheiros: Marco Aurelio Freire Barreto, Antonio Claudio Correia Leite Buchaul e Paulo Roberto Belem Jr.
- A Mak manteve Raul Rosenthal de Matos e Ademar Vidal Neto no board e ganhou apenas Matheus Bandeira como novo membro; Marcelo Curti passou a presidir o conselho.
- Marcos Grodetzki, indicado pela Mak para presidir o conselho, retirou-se da candidatura assim que ficou claro o resultado da votação.
- A Latache é apontada como grande vencedora, mantendo influência sobre o board, com a OPA da Latache ligada à crescente participação da Centaurus, que já ultrapassa 15% da Oncoclínicas. As ações ONCO3 subiram cerca de 10,5%, elevando o valor de mercado da empresa para aproximadamente R$ 1,9 bilhão.
A assembleia geral extraordinária da Oncoclínicas, realizada na manhã de quinta-feira, 30 de maio, definiu novas composições do conselho de administração. A Mak Capital, que buscava ampliar sua presença, não conquistou a maioria das cadeiras desejadas. O desfecho manteve o controle sob influência da Latache.
O Lumen Fundo de Investimento Financeiro Multimercado Crédito, administrado pela Exa Capital, e a Lumina Capital não obtiveram a maioria das cadeiras. Três novos conselheiros foram eleitos pelo Lumen, com participação de cerca de 5% do capital social e bônus de subscrição.
Mudança no comando e impactos políticos
Foram eleitos pelo Lumen: Marco Aurelio Freire Barreto, Antonio Claudio Correia Leite Buchaul e Paulo Roberto Belem Jr. A Mak manteve Raul Rosenthal de Matos e Ademar Vidal Neto, além de eleger Matheus Bandeira. Marcelo Curti passou a presidir o conselho.
Logo no início da votação, Marcos Grodetzki, indicado pela Mak para presidir, retirou sua candidatura. O resultado é visto como derrota para a estratégia de criação da maioria no board.
A Latache, sem indicar membros, reforçou sua influência sobre o órgão deliberativo. O gestor Renato Azevedo reiterou que a empresa mantém o foco na OPA. A Centaurus elevou sua participação na Oncoclínicas acima de 15%, o que, segundo o estatuto, pode exigir a OPA.
Às 14h40, a ONCO3 registrava alta de cerca de 10,5%, elevando o valor de mercado da Oncoclínicas para aproximadamente R$ 1,9 bilhão. O cenário abre espaço para próximos desdobramentos no processo de reestruturação societária.
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