- Governo vai avançar com a segunda fase do Move Brasil, com aporte de R$ 14,5 bilhões do Tesouro Nacional e R$ 6,7 bilhões do BNDES para linhas de crédito de caminhões e ônibus.
- Condições serão definidas pelo Conselho Monetário Nacional, com potencial redução de juros e prazos mais longos em relação à primeira fase.
- Valor máximo financiável por beneficiário chega a até R$ 50 milhões.
- Prazo máximo de pagamento pode chegar a até 10 anos, com carência de 12 meses, conforme avaliação do CMN.
- Além disso, o governo prevê aporte de R$ 2 bilhões ao Fundo Garantidor para Investimentos (FGI) para linhas de crédito a pequenas e médias empresas.
O governo federal lança a segunda fase do Move Brasil, com aporte de 14,5 bilhões de reais do Tesouro Nacional e 6,7 bilhões do BNDES. A medida visa criar linhas de crédito para a compra de caminhões e ônibus. O anúncio foi feito pelo ministro Márcio Elias Rosa, do MDIC.
O ministro informou que as linhas terão juros mais baixos e prazos mais longos do que na fase inicial. Também foi confirmado apoio adicional: 2 bilhões de reais vão para o Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), para linhas de crédito destinadas a micro, pequenas e médias empresas.
As condições finais serão definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O valor máximo financiável por beneficiário pode chegar a 50 milhões de reais. O Move Brasil prevê redução de juros, com prazo de pagamento de até 10 anos.
A expectativa é ampliar o número de operações ajudadas pelo programa, com foco em modernização do setor de transportes. A medida busca facilitar o financiamento de frotas de caminhões e ônibus, mantendo atenção à sustentabilidade fiscal.
A data exata de implementação não foi anunciada pelo governo. O CMN deverá avaliar propostas sobre prazos de carência: de 12 meses, já um ganho em relação à primeira linha, que tinha carência menor.
Resumo: o governo destina 21,2 bilhões de reais entre Tesouro e BNDES para crédito a caminhões e ônibus, sob o Move Brasil, com condições revisadas e gestão pelo CMN. O objetivo é ampliar financiamento com melhores condições para o setor de transportes.
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