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IBS e CBS passam a constar na nota fiscal a partir de agosto

A partir de agosto, IBS e CBS devem constar nas notas fiscais; inadimplência acarreta penalidades, e o governo promete diálogo e adaptação gradual

Fachada do prédio da Receita Federal do Ministério da Fazenda - Metrópoles
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  • O Ministério da Fazenda publicou regulamentação que determina a partir de agosto a obrigação de informar CBS e IBS nas notas fiscais emitidas pelas empresas, encerrando o período de testes.
  • A CBS é um tributo de competência federal e o IBS é um imposto compartilhado entre estados e municípios, com regras para a transição entre o modelo atual e o futuro.
  • Em dois mil e vinte e sete começa o pleno funcionamento do novo sistema, com extinção do Pis/Cofins, redução a zero do IPI (mantido apenas para bens na Zona Franca de Manaus) e substituição pelo imposto seletivo.
  • A regulamentação, publicada pela Receita Federal no Diário Oficial da União, consolida normas infralegais para orientar obrigações acessórias e a padronização entre CBS e IBS durante a transição, que ocorre em dois mil e vinte e seis.
  • O governo destaca que a implementação terá caráter orientador, com espaço para adaptação das empresas e foco na adequação de sistemas e processos, para reduzir custos e erros na conformidade.

A partir de agosto, empresas deverão informar os Impostos sobre Bens e Serviços (IBS) e Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) nas notas fiscais emitidas. A regra foi publicada pelo Ministério da Fazenda.

A medida encerra o período de testes e prevê penalidades para quem não aplicar os novos tributos. O ministro da Fazenda, Dário Durigan, destacou que o governo buscará diálogo com a população, adotando uma postura conciliadora.

A regulamentação foi publicada no Diário Oficial da União, com a Receita Federal definindo regras de transição entre o modelo atual e o novo sistema. A expectativa é maior padronização entre CBS e IBS.

Entenda a regulamentação

O decreto detalha o funcionamento da CBS, de competência federal, e do IBS, compartilhado entre estados e municípios, além de orientar a emissão de documentos fiscais e o fornecimento de informações ao Fisco.

Em 2026, começa a fase de transição, com o novo sistema sendo testado em prática e convivendo com os tributos vigentes. A ideia é ajustar processos antes da cobrança plena.

O governo sinaliza que o início da reforma terá caráter orientador, permitindo adaptação por parte das empresas e reduzindo custos de conformidade durante os testes.

Avanços e objetivos

O objetivo é reduzir a fragmentação entre as esferas federais e subnacionais, unificando procedimentos. A integração envolve o Comitê Gestor do IBS e normas federais para assegurar uniformidade na aplicação.

O conteúdo da regulamentação também está conectado às diretrizes para 2027, quando haverá implementação plena do modelo, inclusive para optantes do Simples Nacional, com mudanças no Pis/Cofins e IPI.

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