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Lagarde não vê efeitos da alta do petróleo e aponta junho decisivo

Lagarde afirma que não há evidências de efeitos secundários da alta do petróleo; junho será decisivo para avaliar impactos na inflação

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  • Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu, afirma que a alta de energia causada pelo conflito no Oriente Médio pode manter a inflação acima da meta no curto prazo.
  • Se o choque persistir, pode ampliar as pressões inflacionárias.
  • Ela diz não haver evidências de efeitos secundários ainda nos preços.
  • A reunião de política monetária de junho será mais adequada para avaliar esses efeitos.
  • Os riscos para o cenário de inflação estão inclinados para cima.

A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, afirmou que a alta dos preços de energia decorrente do conflito no Oriente Médio deve manter a inflação acima da meta no curto prazo. Segundo ela, ainda não há evidências de efeitos secundários nos preços, e o choque pode se repetir caso o conflito persista.

Lagarde destacou que a pressão inflacionária pode aumentar se o episódio continuar, mas ressaltou que não existem sinais firmes de impactos indiretos nos preços até o momento. A declaração foi feita em referência aos impactos potenciais sobre a trajetória da inflação na zona do euro.

A dirigente indicou que a reunião de política monetária de junho é o momento mais adequado para avaliar os efeitos do choque energético sobre a inflação e as perspectivas econômicas. A análise consideraru00e1 dados recentes, cenários de energia e condições macroeconômicas da região.

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