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Metade das multinacionais vê ataques cibernéticos como risco iminente

Ataques cibernéticos aparecem como principal risco para 49,6% das multinacionais entre 2025 e 2030, aponta Howden; IA impulsiona o aumento

Contratado pelo governo chinês, o grupo hacker Volt Typhoon teria integrado a maior campanha de espionagem contra os Estados Unidos. 17/08/2021 (Jakub Porzycki/NurPhoto/Getty Images)
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  • Estudo da Howden ouviu cerca de 500 executivos de multinacionais com receita anual superior a US$ 1 bilhão nos Estados Unidos, Reino Unido e França.
  • Ataques cibernéticos aparecem como o risco mais relevante, citado por 49,6% dos entrevistados.
  • Incidentes tecnológicos ocupam a terceira posição, com 36,4%.
  • Entre 2020 e 2025, ataques cibernéticos cresceram 35% em importância, e incidentes tecnológicos, 74%.
  • A expansão da inteligência artificial generativa e a digitalização/interconexão dos negócios ajudam a explicar o aumento do risco, que passa a influenciar operações e estratégias das multinacionais.

A pesquisa da Howden, corretora global de seguros, aponta que ataques cibernéticos serão uma das principais preocupações das multinacionais entre 2025 e 2030. O estudo ouviu cerca de 500 executivos de empresas com receita anual superior a US$ 1 bilhão nos EUA, Reino Unido e França.

Entre os riscos, os ataques cibernéticos aparecem como o mais relevante, citados por 49,6% dos entrevistados. Em segundo lugar ficam os incidentes tecnológicos, com 36,4%. A prioridade se eleva à medida que a digitalização avança.

Panorama para 2025-2030

Durante 2020-2025, a importância dos ataques cibernéticos cresceu 35%, enquanto incidentes tecnológicos avançaram 74%, registrando o maior salto. A expansão da inteligência artificial generativa é apontada como fator explicativo para esse movimento.

O estudo associa o aumento de riscos à maior interconectividade de negócios e à digitalização acelerada. A diretora de Seguros Cibernéticos e Tecnológicos da Howden Brasil observa que riscos tecnológicos e cibernéticos passam a influenciar operações e estratégias das multinacionais em um ambiente cada vez mais conectado.

As empresas pesquisadas atuam principalmente nos Estados Unidos, Reino Unido e França, com foco em setores que dependem de infraestrutura digital. O levantamento reforça a necessidade de fortalecer governança de dados e resiliência cibernética diante de novas tecnologias.

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