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Pedidos de pizza se concentram entre 20h e 22h no delivery

Metade dos pedidos de delivery de pizza ocorre entre 20h e 22h, com pico entre 20h e 21h; Pix é a principal forma de pagamento em 2025.

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  • Metade dos pedidos de pizza por delivery no Brasil ocorre entre 20h e 22h, sendo o pico entre 20h e 21h (26% ou 27% dos pedidos).
  • Distribuição por horários: 18h–19h (8%), 19h–20h (19%), 20h–21h (27%), 21h–22h (23%), 22h–23h (12%), e o restante ao longo do dia (≈ 11%).
  • Dia com maior volume semanal é o sábado (24%), seguido de sexta-feira (19%) e domingo (18%); segunda-feira é o mais fraco (9%). Na prática, sexta-feira à noite até domingo à noite responde por cerca de 60% do faturamento semanal.
  • Pix passou a ser a principal forma de pagamento em delivery de pizza em 2025, com 44% dos pedidos, ante 31% no ano anterior; cartão de crédito caiu para 32%, débito para 14% e dinheiro para 10%.
  • O levantamento usa dados agregados e anonimizados de pizzarias cadastradas na plataforma Sistema Pizzaria, referentes a 2025, e foca apenas pedidos classificados como delivery.

O levantamento interno, com dados agregados de pizzarias ativas em 2025, aponta que metade dos pedidos de delivery no Brasil ocorre em uma janela de duas horas, entre 20h e 22h. O pico ocorre entre 20h e 21h, respondendo por 27% dos pedidos.

A distribuição por faixa horária fica assim: 18h-19h (8%), 19h-20h (19%), 20h-21h (27%), 21h-22h (23%), 22h-23h (12%), e os demais horários somam cerca de 11%. A concentração se repete ao longo dos dias.

O comportamento por dia da semana mostra maior volume aos fins de semana, com 24% aos sábados, 19% às sextas e 18% aos domingos. Segunda-feira é o dia mais fraco, com 9% dos pedidos.

A janela de sexta-feira à noite até o domingo concentra próximo de 60% do faturamento semanal do delivery, refletindo padrões de consumo mais fortes no fim de semana. Diego Trindade, da Sistema Pizzaria, aponta essa concentração como peça-chave de planejamento.

Quanto aos pagamentos, o Pix tornou-se a principal forma de pagamento em delivery em 2025, com 44% dos pedidos, ante 31% em 2024. O cartão de crédito caiu de 38% para 32%, o débito de 18% para 14% e o dinheiro de 13% para 10%.

A migração para Pix ocorre pela redução de custos operacionais e pela preferência do consumidor pela finalização mais ágil do pedido. As mudanças refletem dinâmicas de preço, velocidade e conveniência no processo de compra.

O cenário é corroborado por números do setor: Brasil registrou 40.332 pizzarias ativas em 2025, alta de 10,29% frente a 2024, com 4.109 novas unidades. A região Sudeste concentra metade dos estabelecimentos; expansão é mais acelerada no Norte e Nordeste.

Segundo o IFB, o canal de delivery avançou 11% no segundo trimestre de 2025, e 74% das transações já ocorrem por canais digitais. Projeções indicam crescimento do mercado online, com bilhões de dólares movimentados até 2029.

Para atender a esse movimento, pizzarias têm adotado sistemas tecnológicos que integram pedidos, preparo, entrega e gestão de estoque. A automação busca melhorar eficiência, especialmente em horários de pico, como o fim de tarde e a noite.

Dados apresentados são de amostra agregada e anonimizadas da base de pizzarias usuárias da Plataforma Sistema Pizzaria, referentes a 2025, apenas para pedidos classificados como delivery. Credita-se às fontes setoriais as informações divulgadas.

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