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Rémy Cointreau registra queda de 5% nas vendas devido à situação na China

Rémy Cointreau registra queda de cinco por cento nas vendas em 2025-2026, puxada pela China e efeitos cambiais

Le groupe anticipe une nouvelle baisse de plus de dix points pour l’année en cours.
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  • A Rémy Cointreau registrou queda de 5% nas vendas do exercício 2025-2026, para 935,3 milhões de euros, com o cognac respondendo por mais de 60% do volume total; o resultado foi afetado por câmbio (dólar e yuan).
  • A situação na China permanece complexa, um dos principais mercados do cognac, apesar de bom desempenho no último trimestre na região Asia-Pacífico.
  • Na América, houve melhoria de 7,2% nas vendas sem efeitos de câmbio e de perímetro, sustentando a região, mesmo com menor intensidade de crescimento ao longo do ano.
  • A região Europa, Oriente Médio e África registrou queda de 3,1% nas vendas anuais, sem efeito de câmbio e de perímetro, em meio a pressão competitiva e consumo mais baixo.
  • A companhia anunciou plano de reorganização, com primeiras ações esperadas em 4 de junho, e mantém previsão de queda de mais de dez pontos percentuais no resultado operacional corrente, com impacto cambial estimado entre 25 e 30 milhões de euros.

O grupo Rémy Cointreau informou uma queda de 5% nas vendas no exercício 2025-2026, que totalizou 935,3 milhões de euros. O resultado foi impactado pelaos efeitos cambiais, principalmente dólar e yuan, mas houve uma pequena recuperação de 0,2% quando considerados efeitos de câmbio. A divulgação enfatiza uma melhoria na região Américas, com variação de 7,2% sem efeitos de câmbio.

A casa aponta que o cognac segue respondendo por mais de 60% das vendas, que foram pressionadas por uma conjuntura desafiadora na China. No último trimestre de 2025-2026 (jan-mar/2026), houve queda de vendas nas Américas, enquanto a região Ásia-Pacífico registrou forte crescimento, impulsionada pela China.

Desempenho regional e fatores de mercado

Na região Europa, Oriente Médio e África, a receita anual caiu 3,1% sem efeitos de câmbio. O grupo cita pressão competitiva e demanda fraca como principais razões. A China e os EUA permanecem entre os maiores mercados, com a China beneficiada por um acordo para evitar tarifas antidumping temporárias.

Perspectivas e reorganização

Em novembro, houve anúncio de reorganização de gestão para reconquistar mercados, com primeiras ações a serem apresentadas em 4 de junho, junto aos resultados anuais. A empresa mantém o foco em reduzir a receita operacional corrente em mais de 10 pontos percentuais para 2025-2026, com impactos de câmbio estimados entre 25 e 30 milhões de euros.

Contexto operacional

A gigante de bebidas destacou que o último trimestre na Ásia-Pacífico mostrou boa resiliência e crescimento, apoiado pela China, mesmo diante das dificuldades chinesas no ano. A marca Remy Martin é a principal força de vendas do grupo, relembrando a dependência de mercados estratégicamente relevantes para o portfólio de 14 marcas.

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