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Seguradoras registram queda de 3,5% na arrecadação do 1º bimestre

Arrecadação do setor segurador cai 3,5% no 1º bimestre de 2026, para R$ 68,3 bilhões, com pagamentos superiores a R$ 40 bilhões

Dyogo Oliveira, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg) - (crédito: Ed Alves/CB/DA.Press)
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  • Seguradoras registraram arrecadação de R$ 68,3 bilhões no primeiro bimestre de 2026, todos os segmentos exceto saúde suplementar, 3,5% abaixo do registrado no mesmo período de 2025.
  • No mesmo intervalo, o setor devolveu mais de R$ 40 bilhões à sociedade em indenizações, benefícios, resgates e sorteios.
  • Os dados foram divulgados em 30 de abril pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).
  • Seguros de pessoas cresceram 6,8%, somando mais de R$ 13,1 bilhões em prêmios, com destaque para vida, prestamista e viagem.
  • Seguros de danos e responsabilidades ficaram praticamente estáveis (-0,1%), com recuo do seguro rural em 8,1% (cerca de R$ 2,2 bilhões); títulos de capitalização caíram 9,2% e a previdência aberta caiu 9,3%.

O setor segurador brasileiro registrou arrecadação de R$ 68,3 bilhões no primeiro bimestre de 2026, considerando todos os segmentos, exceto saúde suplementar. A queda frente ao mesmo período de 2025 foi de 3,5%. Os dados são da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e foram divulgados em 30 de abril de 2026.

No mesmo período, as indenizações, benefícios, resgates e sorteios somaram mais de R$ 40 bilhões, indicando uma atuação expressiva do segmento na proteção de famílias e empresas. A CNseg aponta a importância do setor como instrumento de proteção financeira mesmo diante de menor arrecadação.

Desempenho por segmento

Os seguros de pessoas avançaram 6,8%, atingindo mais de R$ 13,1 bilhões em prêmios, com contribuições de seguro de vida, prestamista e viagem. Esse desempenho difere do desempenho dos demais setores, que registraram queda ou estabilidade.

Os seguros de danos e responsabilidades totalizaram R$ 22,7 bilhões, queda de apenas 0,1% ante o bimestre de 2025. A retração ficou concentrada no seguro rural, que caiu 8,1%, somando cerca de R$ 2,2 bilhões.

Outros itens do segmento

Títulos de capitalização tiveram receita de R$ 4,7 bilhões, recuo de 9,2%. A previdência aberta alcançou R$ 27,2 bilhões, recuo de 9,3%, ainda influenciada por ajustes no ambiente tributário que impactaram aportes, especialmente em planos da família VGBL.

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