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Trabalhadores informais recuam no primeiro trimestre deste ano

Informalidade recua no primeiro trimestre para 37,3% (38,1 milhões), queda de 2,1% frente ao trimestre anterior; carteira assinada avança 1,3% e rendimento aumenta

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  • A PNAD Contínua aponta queda na informalidade no primeiro trimestre encerrado em março, com taxa de 37,3% (38,1 milhões de trabalhadores) ante 37,6% (38,7 milhões) no trimestre móvel anterior.
  • O número de empregados com carteira assinada no setor privado subiu 1,3% (504 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior.
  • A informalidade caiu 2,1% (285 mil pessoas) no período, chegando a 13,3 milhões.
  • O rendimento médio real manteve estabilidade no trimestre, totalizando 374,8 bilhões, e subiu 7,1% no ano.
  • Entre os grupamentos de atividade, houve aumento no rendimento médio de Comércio (3,0%, mais 86) e Administração Pública (2,5%, mais 127).

O Brasil registrou queda no número de trabalhadores informais no primeiro trimestre deste ano, segundo a PNAD Contínua. No período, a taxa de informalidade ficou em 37,3%, correspondendo a 38,1 milhões de trabalhadores. O indicador foi menor que o do trimestre móvel anterior, de 37,6% (38,7 milhões).

Entre os que trabalham com carteira assinada no setor privado, houve alta de 1,3% em relação ao trimestre anterior, equivalente a 504 mil pessoas. A queda da informalidade no período alcançou 2,1%, ou 285 mil trabalhadores, totalizando 13,3 milhões.

Dados da PNAD Contínua

O rendimento médio real agregado dos trabalhadores do país passou por crescimento relevante, atingindo R$ 374,8 bilhões, com estabilidade no trimestre e alta de 7,1% no acumulado do ano. O indicador reflete remunerações totais, ajustadas pela inflação.

O rendimento médio real habitual chegou a R$ 3.722, aumento de 1,6% no trimestre e 5,5% no ano. Em relação ao trimestre anterior, dois grupamentos apresentaram alta: Comércio (3,0%, ~R$ 86) e Administração Pública (2,5%, ~R$ 127).

Perspectivas por setor

Entre os dez grupamentos analisados, não houve variações significativas em maioria dos setores, exceto os citados. Os dados ajudam a entender mudanças no mercado de trabalho, com destaque para a redução da informalidade e ganhos salariais assistidos pela renda real.

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