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Banco Central reforça segurança em transferências eletrônicas ao exterior

BC restringe o eFX a instituições autorizadas; empresas sem autorização precisam de licença até maio de dois mil e vinte e sete, com envio mensal de dados e conta segregada

Instituições sem autorização podem continuar a operar, mas deverão pedir, até 2027, permissão
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  • O Banco Central aprovou resolução que restringe a realização de pagamentos e transferências eletrônicas internacionais (eFX) a instituições autorizadas pelo órgão.
  • Instituições sem autorização podem continuar operando o eFX, mas deverão solicitar autorização até maio de 2027 para funcionarem.
  • As instituições habilitadas devem enviar informações detalhadas mensalmente ao BC e usar contas separadas para o trânsito de recursos de clientes.
  • As regras resultam de consulta pública de 2025 e buscam alinhar a regulamentação brasileira a padrões internacionais.
  • A ampliação permite uso do eFX para investimentos no mercado financeiro e de capitais, com limite de US$ 10 mil por transação.

O Banco Central aprovou nesta quinta-feira uma resolução que restringe a execução do serviço de pagamento ou transferência eletrônica internacional (eFX) a instituições autorizadas pelo órgão. A medida visa ampliar a segurança e a transparência das operações.

Instituições sem autorização poderão continuar operando o eFX, mas deverão solicitar autorização ao BC para funcionar até maio de 2027. A regra exige que as entidades enviem informações mensais detalhadas ao BC.

As novas normas determinam ainda o uso de contas separadas para o trânsito de recursos de clientes de eFX, reforçando o controle sobre os fluxos. A consulta pública de 2025 embasou a mudança, que busca alinhamento com padrões internacionais.

Ampliação

Embora restrinja a segurança do serviço, o BC ampliou o uso do eFX para investimentos no mercado financeiro e de capitais, no Brasil e no exterior. O limite por transação continua em US$ 10 mil, conforme ocorria nas demais operações.

O eFX, regulamentado pelo BC desde 2022, é usado para pagar compras no exterior, contratar serviços internacionais e transferir recursos. Diferentemente de câmbio tradicional, não exige contratos individuais para cada operação.

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