Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Entre o número e o legado: qual líder você quer ser?

A estabilidade do fantoche custa o legado: agir pelo longo prazo é a diferença entre liderança e mera gestão

Legado é construir no presente um passado que, no futuro, alguém vai agradecer
0:00
Carregando...
0:00
  • Pergunta central: a estabilidade do fantoche na liderança faz você bater metas e manter o cargo, mas pode afastar quem você poderia ser como líder.
  • O risco é visto como inimigo: ideias são bem-vindas até exigir orçamento ou impactar o lucro de curto prazo, aí o entusiasmo some.
  • Foco no curto prazo manda no comportamento: gestão de percepção vira prioridade e projetos transformadores ficam para depois.
  • Legado não é discurso: é agir hoje para que, no futuro, alguém reconheça; viver só de resultados trimestrais impede construção de valor real.
  • Chamado à ação: questione o funil de inovação, a liderança e a cultura; decida quem você quer ser dentro do sistema.

No texto assinado por Eduardo Paraske, co-fundador da consultoria de inovação 16 01, o autor questiona o que distingue estabilidade real de estabilidade de fantoche nas organizações. O alvo é entender como práticas de governança afetam a coragem de inovar e o legado.

O artigo explora a relação entre metas de curto prazo, bônus e continuidade de cargos, destacando como a aversão ao risco pode frear iniciativas transformadoras. O autor cita comportamento humano e estudos de economia comportamental para explicar por que o medo de perder pesa mais que o desejo de ganhar.

Existe uma crítica ao efeito rebote do foco no próximo trimestre, que, segundo o texto, favorece gestão de percepção sobre construção de valor de longo prazo. O argumento central é que esse viés atrasa decisões estratégicas e reforça o status quo.

A estabilidade do fantoche

O texto explica que a estabilidade do fantoche ocorre quando o líder bate metas, recebe bônus e mantém o cargo, enquanto se distancia de um caminho mais visionário. O autor aponta que a pressão por resultados imediatos prende a liderança a escolhas conservadoras.

Defender projetos com retorno não imediato é visto como desafiar o sistema, ainda que necessário para desenvolver capacidade organizacional. O texto sugere empoderar equipes, testar, errar rápido e aprender, mesmo que haja oscilações de números.

O autor ressalta que patamares de curto prazo podem impedir o futuro da organização, gerando atraso competitivo e perda de talentos. Segundo Paraske, é preciso questionar o funil de inovação e a cultura para evitar a repetição de erros do passado.

Sobre o autor

Eduardo Paraske é co-fundador da consultoria 16 01, com mais de 20 anos de experiência em multinacionais, atuando em marketing, inovação e gestão de marcas. Ele também produz o canal Elefante Limonada, que discute inovação de forma acessível.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais