- As remessas de grãos destinadas ao Irã via Estreito de Hormuz caíram mais de 40% desde março, conforme a empresa de rastreamento de navios Kpler.
- O bloqueio dos Estados Unidos, que persiste, ameaça piorar a já alta inflação de alimentos no país.
- Navios carregados com grãos ou oleaginosas que buscariam o porto Bandar Imam Khomeini ficam atracados no mar, sem entrar no Golfo Pérsico.
- O último cargueiro a chegar ao porto cruzou o Estreito de Hormuz em 28 de abril.
O fluxo de grãos para o Irã através do Estreito de Hormuz caiu mais de 40% desde março, segundo dados de rastreamento de navios. O recado geral aponta para uma restrição de acesso a portos do país devido a sanções.
Navios carregados com grãos ou oleaginosas com destino ao porto Bandar Imam Khomeini permanecem parados no mar, sem ingressar no Golfo Persa. A última embarcação a chegar ao porto passou pelo estreito em 28 de abril, de acordo com a empresa de monitoramento Kpler.
O bloqueio americano, em vigor há vários meses, agrava a inflação de alimentos já elevada no Irã, ampliando a pressão sobre o abastecimento interno e as negociações logísticas envolvendo importações essenciais.
Impacto logístico e inflação
A interrupção afeta diretamente o principal portal de importação de grãos do Irã. Autoridades e analistas avaliam impactos sobre preços internos, disponibilidade de insumos agrícolas e custos de transporte.
Fontes de monitoramento naval destacam que a tendência de redução de fluxo deve continuar até que haja alívio das restrições, com consequências variáveis para contratos de fornecimento e cronogramas de entrega.
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