- Hapvida aprovou, em assembleia realizada quinta-feira, a eleição de um novo Conselho de Administração com mandato até 2028, formado por dez membros, incluindo representantes do grupo controlador e apoiados por acionistas minoritários.
- Dos conselheiros eleitos, sete faziam parte da proposta original da administração e três foram indicados com apoio de minoritários, aumentando a participação desses investidores nas decisões.
- O objetivo é equilíbrio entre continuidade da agenda e novas visões, fortalecendo a governança da companhia.
- O CEO Jorge Pinheiro deixou o cargo e passou a presidir o Conselho, enquanto Luccas Augusto Adib assumiu o posto de chief executive officer (CEO), como parte de um processo de sucessão iniciado em 2024.
- A mudança ocorre paralelo a ajustes operacionais e financeiros para a retomada operacional, com o novo Conselho atuando no acompanhamento de iniciativas e avaliação de oportunidades de valor a longo prazo.
A Hapvida (HAPV3) aprovou em assembleia realizada nesta quinta-feira (30) a eleição de um novo Conselho de Administração e consolidou a transição no comando executivo da companhia, como parte de seu plano de retomada operacional e de fortalecimento de governança.
O novo Conselho terá mandato até 2028 e é formado por 10 membros, com representantes ligados ao grupo controlador e apoiados por acionistas minoritários. Sete conselheiros integram a proposta da administração, enquanto três foram indicados com o apoio de minoritários.
A composição aponta equilíbrio entre continuidade da agenda e novas visões, segundo a Hapvida, em busca de governança mais plural. A empresa destacou que o debate qualificado favorece decisões mais robustas.
Na mesma assembleia, Jorge Pinheiro deixou a função de diretor-presidente (CEO) e passou a presidir o Conselho de Administração. Luccas Augusto Adib assume a diretoria executiva como novo CEO, em continuidade ao processo iniciado em 2024.
O processo de transição ocorreu paralelamente a ajustes operacionais e financeiros internos, incluindo revisão de processos e disciplina na alocação de capital. O objetivo é melhorar eficiência e qualidade após a integração com NotreDame Intermédica.
Governança e execução
O novo Conselho deve acompanhar as iniciativas de retomar operações e avaliar oportunidades de geração de valor no longo prazo, fortalecendo a implementação do plano estratégico.
Mercado e investidores acompanham o movimento como sinal de nova fase, com foco em execução, recuperação de margens e rentabilidade, além de maior participação de minoritários nas decisões.
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