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Duas publicitárias transformam R$1 mil em agência com faturamento milionário

De Salvador para São Paulo, Asminas atinge um milhão de reais no primeiro trimestre de 2026, abrindo Odara House para conectar Nordeste e Sudeste

Letícia Sotero e Dayane Oliveira, fundadoras da agência Asminas — Foto: Divulgação
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  • Asminas, fundada em Salvador, expandiu para São Paulo com a inauguração da Odara House, unidade que conecta demandas entre Sudeste e Nordeste, mantendo a equipe 100% negra e majoritariamente feminina.
  • A agência registrou faturamento de R$ 1 milhão no primeiro trimestre de 2026 e pode chegar a vinte profissionais conforme a demanda.
  • Novo contrato nacional assinado: estratégia criativa da marca Sofy Absorventes Íntimos (origem japonesa); portfólio inclui Unilever, Amazon, Leroy Merlin e Bayer.
  • As sócias Dayane Oliveira e Letícia Sotero receberam um aporte inicial de R$ 1 mil há seis anos, com validação do modelo em seis meses via atendimentos a grandes nomes.
  • Objetivo: consolidar atuação no Brasil sem perder a essência baiana, com planos para audiovisual, educação e a criação de uma escola de comunicação para criadores de conteúdo.

A Asminas, agência de estratégia digital, ampliou operações de Salvador para São Paulo, mantendo a base criativa na Bahia. No primeiro trimestre de 2026, a empresa registrou faturamento de 1 milhão de reais, apoiada por contratos nacionais e ações de influência.

Fundada por Dayane Oliveira, 32 anos, e Letícia Sotero, 31, após deixarem o ambiente corporativo, a empresa passou a explorar o mercado paulista com a inauguração da Odara House, uma unidade dedicada à produção de conteúdo nativo para conectar Sudeste e Nordeste.

A expansão ocorreu em meio a novos contratos e parcerias. A Asminas é responsável pela estratégia criativa nacional da marca Sofy Absorventes Íntimos, de origem japonesa, e já soma cases com Unilever, Amazon, Leroy Merlin e Bayer.

Expansão estratégica e ecossistema

A nova sede em Vila Mariana visa aproximar a inteligência criativa baiana dos grandes anunciantes, segundo as sócias. A empresa pretende ampliar a atuação para áreas como audiovisual e educação, mantendo a Bahia como base de criação.

Atualmente, a equipe fixa soma oito profissionais entre Bahia e São Paulo, com perspectiva de chegar a 20 conforme a demanda. O quadro é majoritariamente negro e feminino, incluindo mães solo e mulheres trans.

Reconhecimento e impactos

A Asminas utiliza a chamada tecnologia ancestral para trilhar um caminho inclusivo em um mercado competitivo. Além da agência, as sócias desenvolvem projetos autorais como Escutas Asminas, Maratona de Conteúdo e Portal Quarta Pink.

O reconhecimento técnico veio em 2024, com o Prêmio Jatobá de Inovação em PR pelo case Ppk sem Tabu, desenvolvido para Bayer. A premiação reforçou a credibilidade da agência em projetos de alto impacto cultural.

As fundadoras destacam o objetivo de consolidar a atuação em nível nacional, sem perder a identidade baiana. O plano é transformar a Asminas em um grande conglomerado de comunicação, com perspectivas de escolaridade e formação para criadores de conteúdo.

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