- Spirit Airlines cancelou todos os voos a partir deste sábado e encerrou atividades nos Estados Unidos após não conseguir evitar a segunda falência.
- O conselho da empresa não chegou a um acordo para salvar a companhia em reunião na sexta-feira, e a Spirit orientou passageiros a não procurarem os aeroportos.
- A Spirit pediu proteção contra falência no fim de 2024 e novamente no ano passado; não registra lucro desde 2019 e acumula perdas desde então.
- Dificuldades vieram da pandemia, da concorrência, de custos crescentes, de uma venda frustrada para a JetBlue e de defeitos em motores.
- O fechamento é revés para o governo dos EUA, com a rejeição de um resgate de 500 milhões de dólares e dúvidas sobre a viabilidade da empresa.
A Spirit Airlines cancelou todos os voos a partir deste sábado e encerrou atividades nos Estados Unidos após não conseguir reverter a segunda falência. A empresa solicitou aos passageiros que não compareçam aos aeroportos enquanto não houver novo comunicado.
O conselho da companhia não fechou acordo para salvar a empresa em reunião realizada na sexta-feira. A imprensa indica que a decisão foi tomada após as conversas entre executivos e credores não prosperarem.
Histórico de crise mostra que a Spirit pediu proteção contra falência no fim de 2024 e novamente no ano anterior. A empresa registrou lucro apenas até 2019 e acumula perdas significativas desde então.
A crise envolve dificuldades decorrentes da pandemia, competição acirrada e custos crescentes. Uma tentativa de venda para a JetBlue Airways não foi bem sucedida, e problemas com motores agravaram a situação financeira.
O fechamento representa um revés para o governo dos EUA, já que houve proposta de resgate de 500 milhões de dólares, que enfrentou oposição de aliados e parlamentares republicanos. Credores rejeitaram os termos que deixariam a administração com 90% da empresa, prejudicando-os.
O governo já demonstrava dúvidas sobre a viabilidade da Spirit, com questionamento sobre a possibilidade de salvar a empresa sem desperdício de recursos. Transcriptos mencionam avaliação de viabilidade e custos envolvidos.
Fontes envolvidas: Reuters e The New York Times.
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