- Autoridades da China, do Japão, da Coreia do Sul e do grupo Asean+3 disseram que ficarão atentas aos riscos da volatilidade excessiva dos mercados financeiros e prontos para agir se necessário.
- O posicionamento foi divulgado em comunicado após reunião em Samarcanda, no Uzbequistão, reafirmando o compromisso com o diálogo contínuo sobre políticas para a estabilidade macroeconômica e financeira.
- O grupo vai monitorar movimentos desordenados nos mercados e mudanças na liquidez global, respondendo de acordo com as condições domésticas.
- Reforçaram a determinação de manter fluxos de comércio e investimento abertos, cadeias de suprimentos resilientes e apoiar um sistema multilateral baseado em regras, com a Organização Mundial do Comércio no centro.
- A reunião ocorreu junto ao encontro anual do Banco Asiático de Desenvolvimento, em Samarcanda; a Asean é formada por Brunei, Camboja, Indonésia, Laos, Malásia, Mianmar, Filipinas, Cingapura, Tailândia e Vietnã.
Autoridades da China, do Japão, da Coreia do Sul e do grupo ASEAN, conhecido como ASEAN+3, reuniram-se neste domingo em Samarcanda, Uzbequistão, para tratar de riscos decorrentes da volatilidade excessiva dos mercados financeiros e da necessidade de agir, se for o caso.
O bloco afirmou manter diálogo contínuo sobre políticas para salvaguardar a estabilidade macroeconômica e financeira. Também destacou a vigilância aos riscos de volatilidade e aos movimentos desordenados nos mercados, bem como às mudanças na liquidez global.
Os líderes ressaltaram o compromisso com fluxos de comércio e investimento abertos, cadeias de suprimentos resilientes e apoio a um sistema de comércio multilateral baseado em regras, sem discriminação, com a organização multilateral no centro das atenções.
Participantes e objetivo
A reunião ocorreu paralelamente ao encontro anual do Banco Asiático de Desenvolvimento, em Samarcanda. O ASEAN é formado por Brunei, Camboja, Indonésia, Laos, Malásia, Mianmar, Filipinas, Cingapura, Tailândia e Vietnã.
Não foram divulgadas medidas específicas ou ações já iniciadas. Os comunicados enfatizam apenas a vigilância contínua e prontidão para responder conforme as condições de cada país.
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