- Opep+ aprovou elevar em 188 mil barris por dia as cotas de produção a partir de junho de 2026, em meio a restrições no Estreito de Hormuz e à saída dos Emirados Árabes Unidos do grupo.
- O aumento envolve sete países: Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Kuwait, Casaquistão, Argélia e Omã, segundo comunicado do bloco.
- A decisão foi tomada em reunião realizada de forma virtual, o primeiro encontro após a saída de um integrante e com revisión das condições do mercado.
- O grupo afirmou que os novos volumes podem ser mantidos, pausados ou revertidos gradualmente, dependendo da evolução do mercado, mantendo flexibilidade e cautela.
- Além disso, os países confirmararam a compensação integral de volumes acima das cotas desde janeiro de 2024, com reuniões mensais para monitorar metas, sendo o próximo encontro marcado para 7 de junho.
Os membros da Opep+ aprovaram nesta semana o aumento de 188 mil barris por dia na produção de petróleo a partir de junho de 2026, mantendo a curadoria de oferta do grupo em meio a tensões no Estreito de Hormuz. A decisão ocorre após a saída dos Emirados Árabes Unidos do cartel.
A reunião, realizada de forma virtual neste domingo, contou com a participação de Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Kuwait, Casaquistão, Argélia e Omã. O objetivo é revisar as condições e as perspectivas do mercado global de energia, mantendo o compromisso com a estabilidade do setor.
O grupo informou que os volumes adicionais podem ser mantidos, suspensos ou revertidos gradualmente, de acordo com as condições de mercado. A flexibilidade é citada como parte da abordagem cautelosa adotada pelo bloco.
Além disso, os países confirmaram que vão compensar integralmente volumes produzidos acima das cotas desde janeiro de 2024. O Comitê de Monitoramento Ministerial Conjunto continuará acompanhando o cumprimento das metas durante a temporada.
Os membros também indicaram a realização de reuniões mensais para avaliar conformidade e ajustes necessários, com o próximo encontro marcado para 7 de junho. A decisão ocorre em meio a restrições no Estreito de Hormuz, rota que responde por cerca de 20% do petróleo mundial.
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