- Dow Jones Industrial Average encerrou em 48.941,90 pontos, queda de 1,13%; S&P 500 ficou em 7.200,77 pontos, -0,41%; Nasdaq terminou em 25.067,80 pontos, -0,19%.
- As tensões no Oriente Médio voltaram a pressionar ativos de risco nos EUA, com ataques iranianos a estruturas petrolíferas e elevação do preço do petróleo.
- O petróleo Brent fechou acima de US$ 114 por barril, após relatos de ataques a um navio militar americano e de incêndio em área industrial de petróleo nos Emirados Árabes Unidos.
- Os EUA disseram ter eliminado seis navios iranianos, num desenvolvimento que intensificou a preocupação com um conflito mais amplo.
- Membros do Federal Reserve discutiram os impactos da guerra na economia: o presidente da distrital de Nova York, John Williams, afirmou que a política monetária está posicionada para equilibrar inflação e emprego; Neel Kashkari, da distrital de Minneapolis, não descartou alta de juros.
O pregão desta segunda-feira (4) registrou queda dos principais índices de ações dos Estados Unidos, influenciados pela escalada militar no Oriente Médio. Ataques iranianos a estruturas petrolíferas reacenderam temores de conflito prolongado e inflação, impactando ativos de risco.
O Dow Jones caiu 1,13%, encerrando aos 48.941,90 pontos. O S&P 500 recuou 0,41%, aos 7.200,77 pontos, e o Nasdaq teve queda de 0,19%, aos 25.067,80 pontos.
O preço do petróleo Brent fechou acima de US$ 114 o barril, após relatos de ataques iranianos a um navio militar americano. Emirados Árabes Unidos também relataram incêndio em área industrial de petróleo após drones vindos do Irã. Observadores mencionam que os EUA teriam eliminado seis navios iranianos.
Mercados e petróleo
Após os movimentos, analistas destacam a pressão sobre ativos de risco e a possibilidade de volatilidade continuar.
Comunicados do Fed
Membros do Federal Reserve falaram sobre impactos da guerra na economia norte-americana. John Williams, presidente da distrital de Nova York, afirmou que a política monetária está posicionada para equilibrar inflação e emprego, embora o futuro permaneça imprevisível. Neel Kashkari, da distrital de Minneapolis, indicou que não pode ser descartada uma alta de juros.
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