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Desenrola visa reduzir vício em jogos, afirma secretária da Fazenda

Desenrola 2.0 veta acesso a sites de aposta por 12 meses, buscando reduzir o vício em apostas e incentivar renegociação de dívidas entre beneficiários

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  • O Desenrola 2.0 atua na renegociação de dívidas e na educação financeira para aliviar o endividamento de famílias e pequenos negócios.
  • O programa proíbe o acesso de beneficiários a plataformas de jogos online por doze meses, visando reduzir o vício em apostas.
  • Asecretária Débora Freire insiste que o foco é a renegociação, não o perdão amplo, e prevê um teto de perdão de R$ 100 para estimular acordos entre devedores e bancos.
  • O incentivo envolve estímulo às instituições financeiras destinarem recursos a programas de educação financeira, buscando efeitos estruturais.
  • O objetivo é oferecer alívio econômico e social por meio da renegociação, mantendo a prioridade nessa prática.

O Desenrola 2.0, programa de renegociação de dívidas e educação financeira, incorpora uma medida para reduzir o vício em apostas online. Beneficiários que entrarem no programa não poderão acessar sites de aposta por 12 meses, segundo Débora Freire, secretária de Política Econômica da Fazenda, em entrevista no UOL News.

A iniciativa busca aliviar o endividamento de famílias e de pequenos negócios. Ao mesmo tempo, o desenho do programa impõe limite ao perdão de dívidas e aposta na negociação ativa com as instituições financeiras.

Análise de estudos citados pela secretaria aponta relação significativa entre endividamento e acesso a plataformas de jogos. O condicionamento de renegociação é apresentado como uma forma de reduzir esse vínculo durante o período inicial.

Condições de renegociação e teto de perdão

Débora Freire ressalta que o foco é a renegociação, não o perdão amplo. O teto de perdão de R$ 100 serve para incentivar acordos entre devedores e bancos, com a ideia de que dívidas maiores passam por renegociação.

O programa também incentiva as instituições financeiras a destinarem recursos para educação financeira. O objetivo é promover efeitos estruturais, com participação ativa de bancos e beneficiários no processo.

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