- O governo planeja usar até R$ 15 bilhões em garantias da União para viabilizar juros menores no programa Novo Desenrola.
- Recursos não resgatados da tesouraria do sistema financeiro (SVR) podem movimentar entre R$ 5 bilhões e R$ 8 bilhões.
- Parcela de R$ 2 bilhões já disponível no Fundo de Garantia de Operações (FGO) será destinada ao programa, com aportes adicionais de até R$ 5 bilhões.
- O programa visa ajudar famílias a renegociar dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026, com atraso entre 90 dias e 2 anos, envolvendo cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC).
- Taxa de juros máxima prevista é de 1,99% ao mês, com prazo de até 48 meses.
O governo vai usar parte de recursos já disponíveis para viabilizar o Novo Desenrola, programa de renegociação de dívidas. Até R$ 15 bilhões em garantias da União devem subsidiar juros mais baixos na operação, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan.
Recursos não resgatados no SVR (tesouraria do sistema financeiro) podem ser mobilizados, estimando-se entre R$ 5 bilhões e R$ 8 bilhões para o programa. A divulgação ocorreu durante o anúncio oficial do Desenrola.
Durigan informou que R$ 2 bilhões já disponíveis no Fundo de Garantia de Operações (FGO) serão destinados ao Desenrola, com previsões de aportes adicionais de até R$ 5 bilhões. O objetivo é facilitar a renegociação de dívidas.
Segundo o governo, o programa atenderá famílias para quitar dívidas com desconto, contratadas até 31 de janeiro de 2026 e com atraso entre 90 dias e 2 anos. Serão contemplados cartões de crédito, cheque especial e CDC.
A proposta prevê juros máximos de 1,99% ao mês e prazo de até 48 meses para pagamento. O conjunto de medidas visa ampliar o acesso a renegociação com condições mais favoráveis para endividados.
(com informações da Reuters)
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