- Grupos nacionais adotam a estratégia “back to basics”, simplificando portfólio e voltando a se concentrar no negócio principal.
- Empesas citadas nesse movimento incluem Alpargatas, CVC, Natura e Technos, que venderam ativos considerados correlatos aos seus negócios.
- O objetivo é retomar o crescimento ao focar no que consideram core (principal) da empresa.
- A decisão vem após fases de expansão e diante de um cenário macroeconômico adverso, com maior dificuldade de captar recursos.
Empresas no Brasil estão retomando a estratégia de volver ao básico, reduzindo portfólios e concentrando-se no negócio principal. Nos últimos meses, companhias venderam ativos considerados correlatos aos seus negócios para reforçar o foco no core e impulsionar o crescimento.
Entre os grupos que adotaram essa linha estão Alpargatas, CVC, Natura e Technos. O movimento ocorre após um período de expansão, quando as condições macroeconômicas passaram a dificultar o acesso a capital e exigiram ajustes estruturais. O objetivo é simplificar operações e manter a lucratividade.
Os analistas explicam que o ajuste reflete o cenário econômico recente, no qual investimentos não essenciais passaram a ser revisados. Segundo especialistas, o recuo ajuda as empresas a reconduzir caixas para as atividades centrais e a reduzir riscos associados a ativos não estratégicos.
Exemplos de aplicações do movimento
- Alpargatas volta o foco ao seu core de calçados e acessórios, negociando ativos não essenciais.
- Natura e seus segmentos passam a priorizar marcas-chave, avaliando o desinvestimento de ativos periféricos.
- Technos revisa seu portfólio para reforçar o planejamento estratégico de marcas próprias.
O conjunto das operações demonstra uma tendência de reposicionamento, com empresas buscando maior previsibilidade financeira e menor dependência de investimentos que não impactem diretamente o negócio principal. A reportagem completa está disponível no Valor Econômico, que traz a análise detalhada sobre o tema.
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