- ANP aponta queda nos preços da gasolina, do etanol e do diesel na semana de 26 de abril a 2 de maio; preço médio da gasolina é de R$ 6,67 o litro, do diesel, R$ 7,10 o litro, e do etanol, R$ 4,56 o litro.
- Mesmo com a queda, a gasolina está 6,21% mais cara que antes da guerra no Irã; há variação regional, com maior preço em Roraima (R$ 7,74) e menor em São Luís (R$ 6,15).
- O diesel apresenta variação regional, com preço médio mais alto no Acre (R$ 8,02) e mais baixo em Minas Gerais (R$ 6,87); em São Paulo o litro ficou em R$ 7,11.
- O gás liquefeito de petróleo, usado no botijão, subiu 0,24% e passou a custar, em média, R$ 114,88; está 4,56% acima do valor pré-guerra.
- Apenas o álcool (etanol) e o gás de cozinha estão mais baratos em relação ao patamar de antes da guerra; governo lançou medidas de apoio para conter alta dos combustíveis, com subsídios e isenções.
A ANP informou que, na semana de 26 de abril a 02 de maio, os preços dos combustíveis caíram no Brasil, com exceção do gás de cozinha, que teve alta. A cotação de referência abrange gasolina, etanol, diesel e GLP.
A gasolina recuou 0,72% frente ao período anterior, com média de 6,67 reais o litro. Em relação ao patamar pré-guerra, o preço está 6,21% mais alto, variando conforme o estado.
O diesel teve queda de 1,53%, passando a 7,10 reais o litro na média nacional. Ainda assim, o valor é 17,74% superior ao cobrado antes da guerra no Irã, segundo a ANP.
O etanol ficou em 4,56 reais por litro, queda de 2,14% frente à semana anterior. Em relação ao período pré-conflito, o etanol está 1,51% mais barato.
O gás liquefeito de petróleo (GLP), usado no botijão, subiu 0,24% e fechou a média nacional em 114,88 reais. O GLP está 4,56% acima do nível previo à guerra.
A ANP destacou que as variações regionais refletem diferenças de mercado entre estados e capitais, com diferenças relevantes entre locais como São Paulo, Rio de Janeiro e o interior.
O governo lançou, em março, medidas para conter altas dos combustíveis ligadas ao Irã, incluindo subvenções, isenções e ajuste de impostos para reduzir custos ao consumidor.
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