- Governo reduz a margem consignável de 45% para 40% para o INSS e para servidores, com queda gradual até 30% ao longo de dois pontos percentuais por ano.
- A medida faz parte do Novo Desenrola e visa reduzir o endividamento das famílias.
- INSS: além da margem de 40%, termina a exclusão de 10% para cartão consignado/benefícios; prazo passa de 96 para 108 meses, com carência de até 90 dias.
- Servidores: margem também cai para 40%, fim dos 10% de margem exclusiva para cartão; prazo sobe de 96 para 120 meses, com carência de até 120 dias.
- Governo afirma que margens altas contribuem para o endividamento, anúncio ocorrido em coletiva na segunda-feira, 4 de maio.
O governo federal reduziu a margem consignável da renda para empréstimos consignados do INSS e de servidores públicos, como parte do Novo Desenrola. A mudança ocorre nesta segunda-feira, 4 de maio, e busca conter o endividamento das famílias. A medida prevê redução gradual e também aumento do prazo de pagamento.
A margem passa de 45% para 40%, com redução gradual adicional de 2 pontos percentuais por ano, até chegar a 30%. A estratégia inclui ainda ampliar o prazo máximo das operações para as duas categorias.
No INSS, além da queda da margem, não haverá mais a margem exclusiva de 10% para cartão consignado e benefícios (dividida em 5% para cada aplicação). O prazo sobe de 96 para 108 meses, com carência de até 90 dias.
Para os servidores, ocorre o encerramento dos 10% de margem exclusiva para cartão consignado e o prazo máximo passa de 96 para 120 meses. A carência permitida chega a 120 dias.
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