- Marc Franklin, da Manulife Investment Management, diz que o foco está nos impactos cíclicos e estruturais do conflito no Oriente Médio.
- Ele afirma que há preferência por desempenho nos EUA em relação à Europa.
- No âmbito de ações, a empresa aposta em estratégias estruturais, como tecnologia e IA, que ainda devem manter impulso.
Marc Franklin, da Manulife Investment Management, afirma que o foco está nos impactos cíclicos e estruturais do conflito no Oriente Médio. A avaliação indica preferência por ativos americanos em relação aos europeus. O cenário é analisado no contexto de mercados globais.
Na visão da firma, é relevante separar efeitos de curto prazo de mudanças estruturais. Entre os horizontes, ações que estejam conectadas a tendências de longo prazo ganham espaço, especialmente em tecnologia e IA, que mantêm impulso positivo.
Essa leitura orienta decisões de alocação em carteiras globais, buscando resiliência frente à volatilidade. A equipe ressalta que impactos podem evoluir conforme o andamento do conflito, exigindo monitoramento contínuo.
Perspectivas de investimento
- O foco permanece na identificação de oportunidades em setores com tração de longo prazo, com ênfase em inovações tecnológicas.
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