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Líder do maior banco do mundo aponta o problema que mais destrói as empresas

Dimon defende eliminar gestores que priorizam processos, reduzindo a burocracia e acelerando resultados nas empresas

Jamie Dimon: cenário atual é mais complexo do que em qualquer momento desde a Segunda Guerra Mundial. (Noam Galai/Getty Images)
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  • Jamie Dimon, CEO do JPMorgan Chase, aponta a burocracia, complacência e arrogância como a tríade da ruína corporativa durante conferência com o Norges Bank Investment Management.
  • O executivo compara a burocracia excessiva a uma “placa de Petri” para política interna e disfunção organizacional.
  • O JPMorgan, que já saiu de US$ 130 bilhões para US$ 830 bilhões de valor de mercado sob Dimon, é apresentado como exemplo de gestão que valoriza decisões rápidas e resultados.
  • Dimon defende eliminar gestores que seguem apenas processos e não entregam resultados, chamando-os de “idiotas” institucionalizados.
  • Em termos de operação, ele defende equipes menores, reuniões produtivas e compartilhamento antecipado de informações, diferenciando o banco de modelos mais horizontais usados por algumas tech companies.

Jamie Dimon, CEO do JPMorgan Chase, criticou a burocracia corporativa como principal obstáculo à performance. Em conferência do Norges Bank Investment Management, ele associou processos excessivos à estagnação empresarial.

O banco que lidera em valor de mercado já teve valor estimado em US$ 830 bilhões, crescendo muito desde os US$ 130 bilhões de décadas atrás. Para Dimon, o segredo da longevidade passa pela coragem de abrir mão de gestores centrados apenas em procedimentos.

Ele aponta que a burocracia aparece quando informações ficam retidas ou reuniões se tornam inúteis. No JPMorgan, materiais devem ser compartilhados com antecedência; caso contrário, a reunião é cancelada.

Dimon defende equipes menores e mais diligentes. Em contraste com gigantes de tecnologia que adotam estruturas horizontais, ele prioriza responsabilidades individuais e rapidez na resolução de crises, evitando atrasos entre setores.

O modelo de equipes enxutas e reuniões produtivas

Para o CEO, reunir rapidamente as pessoas certas resolve problemas em semanas, não em meses. A prática busca evitar arrastos que atrapalhem a tomada de decisão e a execução de estratégias.

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