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Mudança na taxa de fiscalização não visava aumentar receita, diz CVM

Presidente interino da CVM afirma que mudança na taxa de fiscalização visa redistribuição com maior progressividade, sem aumento de receitas; crescimento decorre da expansão do mercado de capitais

Mudança na taxa de fiscalização não teve objetivo de aumentar receita, diz presidente interino da CVM
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  • Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informou que a mudança na taxa de fiscalização, prevista na Lei 14.317/2022, não visou aumento de receita, mas redistribuição da cobrança entre regulados com maior progressividade.
  • O presidente interino da CVM, João Accioly, afirmou durante audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF) que o objetivo foi tornar a cobrança mais equitativa.
  • Accioly destacou que o crescimento recente da arrecadação decorre principalmente da expansão do mercado de capitais.
  • A fala ocorreu nesta segunda-feira, 4, durante sessão no STF.

O presidente interino da CVM, João Accioly, disse nesta segunda-feira, em audiência pública no STF, que a mudança na taxa de fiscalização promovida pela Lei 14.317/2022 não visou aumentar a arrecadação. O objetivo é redistribuir a cobrança entre regulados com mais progressividade.

Accioly explicou que a elevada receita recente da autarquia decorre, principalmente, da expansão do mercado de capitais. Segundo ele, o crescimento não depende apenas da taxa, mas do dinamismo do setor regulado.

A audiência ocorreu no Supremo Tribunal Federal, onde a CVM apresentou justificativas sobre a modificação tributária. O representante reiterou que a medida busca equidade entre diferentes participantes do mercado e não ganho fiscal.

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