- Volume total orgânico do 1º trimestre de 2026 apresentou alta de 0,1% em relação ao mesmo período de 2025.
- Volume de cerveja no Brasil cresceu 1,2%, atingindo nível recorde para um primeiro trimestre; CAC avançou 7,7%.
- EBITDA ajustado somou R$ 7,56 bilhões, acima da expectativa de R$ 7,15 bilhões.
- Receita líquida consolidada ficou em R$ 22,46 bilhões, -0,1% na base reportada e +8,1% na base orgânica.
- Fluxo de caixa das atividades operacionais atingiu R$ 3,16 bilhões, maior desempenho para um primeiro trimestre nos últimos dez anos.
Ambev divulgou seus resultados do primeiro trimestre de 2026, com volume total orgânico crescendo 0,1% na comparação anual. O ganho foi puxado pelo volume de cerveja no Brasil, que subiu 1,2% e atingiu patamar recorde para um 1T, e pela expansão de 7,7% na América Central e Caribe.
No entanto, bebidas não alcoólicas no Brasil recuaram 3,9%. Canadá caiu 2,0% e América Latina Sul reduziu 0,5%. O mercado projetava queda ou estabilidade em diferentes regiões, diante de fatores como clima sazonal.
Resultados e margens
O lucro líquido ajustado ficou em R$ 3,83 bilhões, 0,3% acima do 1T24. O Ebitda ajustado somou R$ 7,56 bilhões, acima da estimativa de R$ 7,15 bilhões, com margem de 33,6%.
A receita líquida consolidada foi de R$ 22,46 bilhões, queda de 0,1% em bases reportadas, mas alta de 8,1% em bases orgânicas. O CPV por hectolitro subiu 8,5% no consolidado.
A margem de Ebitda em Cerveja Brasil recuou 60 pontos-base, para 35,2%. A Ambev mantém guidance de crescimento do CPV/hl entre 4,5% e 7,5% para 2026.
O fluxo de caixa operacional somou R$ 3,16 bilhões, alta de 162,5% frente ao 1T25, considerado o maior para um primeiro trimestre nos últimos dez anos. O conselho aprovou JCP de R$ 1,2 bilhão para julho de 2026.
Também será distribuída uma parcela adicional de aproximadamente R$ 700 milhões a ser paga até dezembro de 2026.
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