- Bolsas da Europa fecharam em alta, com o Stoxx 600 subindo 0,68%, o DAX avançando 1,71% e o CAC 40 ganhando 1,08%; o FTSE 100 caiu 1,40%.
- O recuo dos preços do petróleo ajudou as bolsas, enquanto as tensões no Estreito de Ormuz continuam no radar dos investidores.
- Destaques de balanços: Hugo Boss avançou 0,45% e Anheuser-Busch InBev subiu 9,12% após resultados melhores que o esperado.
- O HSBC caiu 6,15%, pesando sobre o setor financeiro e contribuindo para a fraqueza do setor no Stoxx 600; bancos no Reino Unido também tiveram recuos.
- Entre as ações britânicas, Barclays caiu 3,41%, Lloyds 3,40% e Standard Chartered 3,07%.
O principal índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou em alta nesta terça-feira, 5, apoiado pela queda dos preços do petróleo e por balanços corporativos que superaram expectativas. O DAX, de Frankfurt, registrou ganho expressivo, enquanto o CAC 40, de Paris, também avançou. A exceção ficou com o FTSE 100, em Londres, que caiu.
O Stoxx 600 fechou em 609,62 pontos, alta de 0,68%. O DAX subiu 1,71%, para 24.401,70 pontos, e o CAC 40 ganhou 1,08%, aos 8.062,31 pontos. O FTSE 100 recuou 1,40%, aos 10.219,11 pontos, em meio a pressões setoriais.
A direção das bolsas europeias foi influenciada pela queda dos preços do petróleo nesta sessão, amenizando receios de inflação e custos de energia. Além disso, tensões no Estreito de Ormuz mantiveram o foco geopolítico dos investidores.
No front de balanços, Hugo Boss subiu 0,45% após superar estimativas de lucro no trimestre. Anheuser-Busch InBev teve alta de 9,12% após divulgar resultados melhores que o esperado, com vendas e lucros acima das projeções.
Entre as pressões negativas, o HSBC teve queda de 6,15% após relatório apontar lucro trimestral abaixo do esperado, com uma perda de US$ 400 milhões ligada a um caso de fraude. Outros bancos do Reino Unido também terminaram no vermelho.
Barclays caiu 3,41%, Lloyds recuou 3,40% e Standard Chartered caiu 3,07%, contribuindo para o enfraquecimento setorial no Stoxx 600 e no mercado londrino. As informações de balanços e de geopolítica acompanharam o movimento dos ativos.
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