- Em 2025 o Brasil bateu recordes na exportação de carne bovina, com mais de 3,5 milhões de toneladas embarcadas para cerca de 170 países e receita de US$ 18 bilhões.
- O país mantém-se como maior exportador e também maior produtor de carne bovina, mesmo diante de tarifas impostas pelos Estados Unidos.
- O presidente da Abiec afirmou que a combinação de alta capacidade produtiva, tecnologia no campo e eficiência industrial sustenta a liderança nos próximos anos, sujeita a variáveis climáticas.
- A abertura de mercados para a China foi vista como benéfica pela diversificação, já que o País compra o que não tem consumo intenso no Brasil, segundo a Abiec.
- Sobre o meio ambiente, o representante informou que 98% das exigências relacionadas ao desmatamento são cumpridas, e isso não deve atrapalhar negociações com a União Europeia.
Em 2025, o Brasil atingiu recordes na exportação de carne bovina: embarcou mais de 3,5 milhões de toneladas para cerca de 170 países, gerando receita de aproximadamente US$ 18 bilhões. Os números reforçam a posição do país como líder mundial no setor.
Segundo Roberto Perosa, presidente da Abiec, o crescimento ocorreu mesmo com tarifas americanas sobre produtos brasileiros, sustentado pela alta capacidade de produção do país e pela tecnologia aplicada no campo, no processamento e na qualidade do produto.
Perosa destacou a China como uma abertura de mercado benéfica para a pecuária brasileira, afirmando que a diversificação de mercados é positiva e que a China compra o que não tem alto consumo interno no Brasil.
Mercados e perspectivas
O dirigente explicou que a qualidade da fiscalização sanitária, a saudabilidade da carne e a criação de gado em pastagens contribuíram para a abertura de novos mercados para os produtores nacionais.
Sobre o tema ambiental, Perosa disse que 98% das exigências ligadas ao desmatamento já são atendidas, o que não deve impedir negociações com a União Europeia.
A análise está associada a dados da RECORD NEWS, com enfoque em números de exportação, condições de mercado e perspectivas para o setor nos próximos anos.
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