- O déficit comercial dos EUA ficou em US$ 60,3 bilhões em março, alta de 4,4%.
- As importações subiram 2,3% no mês, para US$ 381,2 bilhões, com bens de capital em recorde de US$ 120,7 bilhões.
- As exportações tiveram alta de 2,0%, totalizando US$ 320,9 bilhões, sendo US$ 213,5 bilhões em mercadorias (variação de +3,1%).
- O déficit subtraiu 1,30 ponto percentual do crescimento do PIB no primeiro trimestre, que avançou a 2,2% na base anualizada.
- O aumento das exportações de petróleo, apoiado pelo conflito no Oriente Médio, ajudou a sustentar parte das vendas externas.
O déficit comercial dos Estados Unidos subiu em março para US$ 60,3 bilhões, alta de 4,4% ante fevereiro. Os dados são do Census Bureau e do Departamento de Comércio, divulgados nesta terça-feira. O desempenho foi puxado pela demanda por importações, ainda que as exportações tenham ganhado impulso com embarques de petróleo.
O comércio subtraiu 1,30 ponto percentual do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, contribuindo para a expansão anualizada de 2,2%. A variação marca impactos relevantes do patamar de importações na formação econômica recente.
As importações aumentaram 2,3% em março, para US$ 381,2 bilhões. Bens importados subiram 3,6%, para US$ 302,2 bilhões, impulsionados por bens de capital, que alcançou recorde de US$ 120,7 bilhões.
Contexto do petróleo e impactos energéticos
As exportações cresceram 2,0% no mês, atingindo recorde de US$ 320,9 bilhões, com as exportações de mercadorias em US$ 213,5 bilhões, alta de 3,1%. O aumento ocorreu em meio a elevações nos embarques de petróleo, com o conflito no Oriente Médio contribuindo para preços de combustível mais altos.
A guerra entre EUA, Israel e o Irã, ainda em desenvolvimento, tende a manter o dinamismo das exportações de petróleo nos próximos meses, segundo analistas. A demanda global por energia mantém-se elevada, influenciando séries de importação e exportação. Sources creditadas permanecem sob mapeamento de informações oficiais.
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