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Durigan diz que Master é o maior escândalo do sistema financeiro

Durigan classifica Banco Master como o maior escândalo do sistema financeiro; culpa quem acompanhou o processo no Banco Central

Em sua fala, Durigan disse que não há como 'amenizar' o problema
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  • Durigan classificou o caso do Banco Master como “bastante grave” e chamou de maior escândalo do nosso sistema financeiro.
  • Ele disse que o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) foi abalado e que poupadores e o sistema financeiro acabaram arcando com os desvios.
  • A responsabilidade primordial, segundo o ministro, é de quem acompanhou o processo no Banco Central, desde a autorização até as últimas aquisições de 2019 a 2024, na gestão do presidente anterior, sem citar nomes.
  • Durigan afirmou que não há como amenizar o problema e que a lei precisa ser aplicada com rigor nas investigações.
  • A fala foi feita em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, na segunda-feira.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, classificou o caso do Banco Master como grave e o maior escândalo do sistema financeiro. A declaração ocorreu em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, na segunda-feira (4).

Durigan afirmou que a responsabilidade primordial recai sobre quem acompanhou o processo no Banco Central, desde a autorização do Master até as últimas aprovações de aquisição entre 2019 e 2024, durante a gestão do presidente anterior da autoridade monetária.

Segundo o ministro, o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) foi abalado pela nova situação, o que afetou os bancos e exigiu rateio entre as instituições. Em síntese, disse, o dinheiro dos poupadores e do sistema financeiro está envolvido nesse episódio.

Ações de investigação devem ser conduzidas com rigor, completou Durigan, defendendo a aplicação firme da lei para esclarecer responsabilidades e caminhos da solução.

Contexto e desdobramentos

Entre os dados citados pelo ministro, destaca-se o papel do FGC e o impacto nos poupadores. As declarações reforçam a necessidade de acompanhamento regulatório mais estreito e de apuração sobre o que ocorreu entre 2019 e 2024 no BC.

O Ministério da Fazenda também sinaliza que as investigações devem prosseguir para esclarecer eventuais falhas de supervisão, bem como atribuir responsabilidades aos agentes públicos e privados envolvidos, conforme a lei.

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