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Itaú registra ROE de 24,8% com inadimplência sob controle

Itaú mantém ROE em 24,8% com inadimplência estável e carteira de crédito de R$ 1,5 trilhão; EBT fica em R$ 17,5 bilhões, abaixo do consenso

Itaú entrega ROE de 24,8% com inadimplência controlada
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  • Itaú apresentou ROE de 24,8%,-sobe de 24,4% no trimestre anterior e de 22,5% há um ano, com inadimplência controlada.
  • O lucro antes de impostos ficou em R$ 17,5 bilhões, alta de 4,8% na comparação anual e ligeiramente abaixo das expectativas.
  • A inadimplência acima de 90 dias ficou estável em 1,9% na operação consolidada; no Brasil, subiu de 2,0% para 2,1%.
  • A carteira de crédito atingiu R$ 1,5 trilhão, recuo de 0,5% no trimestre, mas alta de 7,2% na comparação anual; excluindo câmbio, cresceu 1,2% no trimestre e 9% no ano.
  • A margem com clientes caiu 0,7% na base trimestral devido à distribuição antecipada de dividendos; sem esse efeito, a margem seria positiva em 1,1% no trimestre.

O Itaú Unibanco reportou ROE de 24,8% no último trimestre, com inadimplência controlada. O lucro líquido ficou pouco abaixo do consenso de 12,5 bilhões de reais, mas, desconsiderando o efeito de distribuição antecipada de dividendos no fim de 2025, o lucro seria de 12,7 bilhões.

O retorno sobre o patrimônio vem subindo, passando de 24,4% no trimestre anterior e de 22,5% há um ano. O lucro antes de impostos (EBT) atingiu 17,5 bilhões, alta de 4,8% ante igual período de 12 meses, frente a avanços de dois dígitos em trimestres anteriores.

A inadimplência acima de 90 dias manteve-se em 1,9% na operação consolidada. No Brasil, houve leve alta para 2,1%. A carteira de crédito somou 1,5 trilhão de reais, queda de 0,5% trimestre a trimestre e expansão de 7,2% annualizada.

Excluindo efeitos cambiais, a carteira cresceu 1,2% no trimestre e 9% no ano. A margem com clientes recuou 0,7% no trimestre, em parte pelo impacto da distribuição antecipada de dividendos; sem esse efeito, a margem teria subido 1,1%.

Na comparação anual, a margem com clientes aumentou 4,5%, sinalizando melhoria da qualidade de ativos mesmo diante de um ambiente macro mais desfavorável, segundo analistas do mercado. A leitura é de desaceleração esperada, sem alterar o tom de balanço robusto do banco.

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