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Lenda do jazz Sonny Rollins morre aos 95 anos

O saxofonista Sonny Rollins, ícone do jazz, morre aos 95 em Woodstock, parte um legado de improvisação influente e mais de sessenta álbuns.

Getty Images Sonny Rollins plays saxophone while wearing a red jacket on stage under blue and pink lights.
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  • O saxofonista Sonny Rollins, conhecido como o “colosso do sax”, morreu aos 95 anos em sua casa em Woodstock, Nova York, na segunda-feira à tarde.
  • O anúncio foi feito pelo publicista; não foi divulgada a causa da morte e ele foi descrito como uma das figuras mais honradas e influentes da música americana.
  • Rollins iniciou a carreira no final dos anos quarenta, colaborou com Miles Davis, Charlie Parker e John Coltrane, e lançou mais de sessenta álbuns como líder de banda, além de ter ganho dois Grammys.
  • Entre as obras mais marcantes estão Saxophone Colossus (1956) e The Bridge (1962), este último resultado de sua prática diária no Williamsburg Bridge.
  • Foi mentoreado pelo pianista Thelonious Monk e ficou famoso pelos longos solos e pela improvisação.

Sonny Rollins, lenda do jazz, morreu aos 95 anos em sua casa em Woodstock, Nova York, na tarde de segunda-feira, segundo comunicado do seu assessor. O texto o descreve como uma das figuras mais honradas da música americana.

Conhecido como o “colosso do saxofone”, Rollins teve uma carreira prolífica que começou no final dos anos 1940. Trabalhou com Miles Davis, Charlie Parker e John Coltrane, e liderou mais de 60 álbuns. Venceu dois Grammys antes de se aposentar, em 2014, por doença respiratória. Não foi informada a causa da morte.

Carreira e legado

Rollins foi inspirado pela música desde a infância, recebendo de sua mãe um saxofone alto aos 7 anos. Ele se tornou uma referência por seus longos solos e pela prática dedicada ao instrumento. Teve como mentor o pianista Thelonious Monk e, ao longo da carreira, atuou ao lado de Art Blakey, Bud Powell e Miles Davis.

Entre os álbuns mais emblemáticos estão Saxophone Colossus (1956) e The Bridge (1962). Na década de 1960, passou longas horas praticando no Williamsburg Bridge, em Nova York, o que rendeu a associação com The Bridge e a discussão sobre renomeação do viaduto em sua homenagem. Rollins descreveu, em entrevistas, um estilo de improvisação que se apoia na estrutura da peça e na espontaneidade do momento.

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