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Lucro da C&A recua para R$ 1,7 milhão no 1º tri, queda de quase 60%

Lucro da C&A cai 59% no 1º tri de 2026, para 1,7 milhão, com receita estável e despesas operacionais em alta pressionando o resultado

Shopping / Fachada da loja C&A / CeA — Foto: ATENÇÃO: DEFINIR CRÉDITO!
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  • Lucro líquido do 1º trimestre de 2026 ficou em R$ 1,7 milhão, queda de 59,1% em relação ao mesmo período de 2025.
  • Receita líquida consolidada foi de R$ 1,62 bilhão, estável na comparação anual, com variação de +0,5%.
  • Receita de vestuário somou R$ 1,45 bilhão, alta de 6,2%, destacando os segmentos feminino e infantil; serviços financeiros recuaram 20,8% para R$ 76,4 milhões, devido ao fim da parceria com Bradescard.
  • Despesas operacionais totalizaram R$ 850,4 milhões, aumento de 6,5% ante o ano anterior; EBITDA ajustado foi de R$ 244,6 milhões, estável.
  • Dívida líquida de R$ 142,6 milhões resulta em alavancagem de 0,1 vez; caixa equivalente a 6,4 vezes o endividamento de curto prazo, com redução de 78,8% da dívida de curto prazo frente a 2025.

A C&A (CEAB3) registrou lucro líquido de R$ 1,7 milhão no 1º trimestre de 2026, ante prejuízo no mesmo período do ano anterior. O resultado representa queda de 59,1% em relação aos três primeiros meses de 2025. A receita líquida consolidada foi de R$ 1,62 bilhão, estável frente ao ano anterior, com leve alta de 0,5%.

A receita de vestuário somou R$ 1,45 bilhão, alta de 6,2% ante 2025, impulsionada pelos segmentos feminino e infantil. Já a receita de serviços financeiros caiu 20,8%, para R$ 76,4 milhões, em parte devido ao fim da parceria com Bradescard no segundo trimestre de 2025. Despesas operacionais somaram R$ 850,4 milhões, aumento de 6,5% em 12 meses.

Desempenho financeiro

O EBITDA ajustado ficou em R$ 244,6 milhões, estável frente ao ano anterior. O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 59,2 milhões, melhoria de 23,3% ante o prejuízo de R$ 77,1 milhões de 2025. Vendas iguais de vestuário avançaram 4,8% no 1º tri de 2026, abaixo do ritmo de 15% observado em 2025.

Ao fim de março, a dívida líquida foi de R$ 142,6 milhões. A alavancagem medida pela relação dívida/Ebitda ajustado dos últimos 12 meses ficou em 0,1 vez. A empresa encerrou o trimestre com caixa equivalente a 6,4 vezes o endividamento de curto prazo, sinalizando redução de 78,8% da dívida de curto prazo em relação a 2025.

Conteúdo publicado originalmente no Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor Econômico.

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