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Luiza Trajano diz que jovem não quer trabalhar dia e noite em lançamento de evento

Trajano defende mudar recrutamento para atrair jovens da geração Z e ampliar diversidade, vendo cotas como processo transitório

Luiza Trajano divulgou detalhes da 1ª edição do Summit Mulheres nas Profissões
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  • Luiza Trajano afirmou que as empresas devem mudar a forma de recrutar jovens, citando que a geração Z não quer trabalhar dia e noite e que mudanças na mentalidade são necessárias.
  • A declaração ocorreu durante o lançamento da 1ª edição do Summit Mulheres nas Profissões, evento sem fins lucrativos que ocorrerá nos dias 4 e 5 de agosto, no Expo Center, em São Paulo.
  • O objetivo é ampliar o acesso de mulheres a oportunidades no mercado e promover a participação feminina em profissões hoje majoritariamente ocupadas por homens.
  • O evento optou por não segmentar a programação por grupos específicos, criando comitês formados por mulheres negras, trans e pessoas diversas para garantir representatividade.
  • O Summit deve reunir cerca de 60 estandes com foco em negócios liderados por mulheres, com ingressos a partir de R$ 100 e custos entre R$ 800 e R$ 12 mil; haverá mentorias, pitches, networking e lounge para investidores.

Durante o lançamento da 1ª edição do Summit Mulheres nas Profissões, a empresária Luiza Trajano defendeu mudanças no recrutamento de jovens para tornar vagas mais atrativas e promover maior diversidade nas empresas. A fala ocorreu durante o evento, que será realizado nos dias 4 e 5 de agosto, no Expo Center, em São Paulo.

Trajano afirmou que a geração Z mudou a relação com o trabalho após a pandemia e que as empresas precisam adaptar processos, inclusive substituindo o modelo tradicional de recrutamento por abordagens que flexibilizem ritmo e exigências. Ela citou a necessidade de ampliar o acesso de mulheres a oportunidades no mercado de trabalho.

O Summit, organizado pela ATMO, não tem fins lucrativos e apresenta como propósito ampliar a participação feminina em diversas profissões ainda dominadas por homens, como a aviação. A organizadora destacou que não haverá segmentação por grupos na programação, com comitês formados por mulheres de diferentes backgrounds para assegurar representatividade.

Estrutura e objetivos do evento

O evento deve reunir cerca de 60 estandes com foco comercial, em sua maioria liderados por mulheres. Os custos variam entre R$ 800 e R$ 12 mil, conforme informou o CEO da ATMO, Arnold Correia. A organização está em fase de definição de detalhes, porém já contempla áreas de beleza, bem-estar, produção de conteúdo e um espaço voltado a produtores artesanais.

Participantes terão acesso a mentorias, sessões de pitch e networking com empresas, além de rodadas com investidores. Estúdios de podcast e transmissões simultâneas integram a programação, que também prevê encontros com Luiza Trajano e oportunidades de formação e conexão para empreendedoras.

Os ingressos já estão disponíveis por R$ 100. A programação inclui áreas de mentoring, conexões com potenciais investidores e espaços de apresentação de propostas de negócios. O Summit é voltado a mulheres, mas a participação masculina também é permitida, mantendo o objetivo de aumentar a representatividade em várias profissões.

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