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Operação mira grupo que movimentou R$ 500 milhões no CE e MG

Operação Consorte mira a base financeira do grupo que movimentou R$ 500 milhões no Ceará e em Minas Gerais, com foco em lavagem de dinheiro

Operação Consorte reúne forças policiais contra organização criminosa no Ceará e em Minas Gerais
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  • A operação Consorte, desdobramento da Traditori, mira o núcleo financeiro do grupo criminoso que movimentou aproximadamente R$ 500 milhões no Ceará e em Minas Gerais.
  • O foco é identificar fluxos financeiros usados para ocultar a origem de recursos ilegais, com foco em lavagem de dinheiro e crimes correlatos.
  • Na etapa anterior, a investigação resultou na prisão de políticos ligados ao grupo, entre eles vereadores de Morada Nova, no Ceará.
  • A operação é coordenada pela Polícia Federal e envolve a Polícia Civil do Ceará, a Polícia Militar do Ceará, a Polícia Rodoviária Federal, a Perícia Forense do Ceará, a Secretaria de Administração Penitenciária e a Secretaria Nacional de Políticas Penais.

A operação Consorte mira o núcleo financeiro de um grupo criminoso que, de acordo com as investigações, movimentou cerca de R$ 500 milhões entre Ceará e Minas Gerais. O desdobramento ocorre a partir de apurações iniciadas em março e se concentra na lavagem de dinheiro e delitos correlatos.

Historicamente, a ação faz parte do desdobramento da operação Traditori. Em fase anterior, investigadores prenderam políticos ligados ao grupo, incluindo vereadores de Morada Nova (CE). Agora, o foco é desmascarar a estrutura financeira que sustenta o esquema.

A ofensiva está sob coordenação da Polícia Federal e reúne a Polícia Civil do Ceará, a Polícia Militar do Ceará, a PRF, a Pefoce, a SAP e a Senappen. As forças de segurança atuam para mapear fluxos financeiros usados para ocultar a origem de recursos obtidos de atividades ilícitas.

Foco financeiro

Até o momento, as investigações continuam em andamento e não foram divulgados os nomes dos novos alvos de prisão nesta terça-feira. As autoridades não confirmaram detalhes sobre os vínculos entre as pessoas já identificadas e os fluxos econômicos do grupo.

As apurações visam esclarecer como o dinheiro circula entre diferentes estados, quais empresas são usadas como fachada e quais veículos operacionais alimentam o esquema. A gestão dos recursos e as movimentações ativas permanecem sob análise.

Não houve divulgação de novas prisões ou de dados sobre possíveis acordos entre as partes envolvidas. As autoridades reiteram que as investigações seguem para confirmar a extensão da rede financeira e suas ligações com demais atividades ilícitas.

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